sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

2010

Foi um ano muito especial, porque me casei. Como sempre sonhei, no Inverno com a pessoa mais especial que podia ter encontrado. Sim, eu sei, sou um mau feitio do caraças, mas não é por isso que o que eu disse é menos verdade. Ao contrário dos pesadelos que tinha, no dia do casamento tinha sapatos, tinha vestido, tinha o cabelo arranjado à hora do casamento. O bouquet é que já foi outra [lamentável] história. A minha mãe quase que tinha um ataque de nervos. O dia foi tão bom e por isso voou, mas foi perfeito. Foi o nosso.

Foi um ano muito difícil, porque finalmente tive coragem de admitir que preciso de mudar de rumo. Profissionalmente. Urgentemente. Mas não podia largar tudo de repente, porque tinha compromissos. E também não sabia o que haveria de fazer, como  o fazer. Ao mesmo tempo fui travando as minhas lutas internas para perceber o que me faz feliz. Deixei de ser tão exigente. Desleixei-me, pela primeira vez na vida. Mas diverti-me mais um bocadinho. 

Foi o ano em que decidimos aumentar a nossa pequena família, o que muito me fez pensar sobre isto de ser feliz. Ser feliz é um universo de muitas coisas. Pequeninas e grandes. Importantes e triviais. Algumas caem-nos no colo, pelas outras temos que lutar. É a vida. Agora vem aí alguém de quem tenho que cuidar e amar. E aqui está tudo incluído e é tão bom.

Inundada por esta felicidade, desejo a todos um maravilhoso novo Ano. O melhor possível. E um entre muitos.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

O seu a seu dono (continuação) - O delírio

E depois entrava lá mesmo no último minuto antes de fechar, suada e vermelha de tanto correr para pagar o precioso cêntimo. Os senhores até me ofereciam um copo de água porque eu quase desmaiava (não tinha dormido de noite, tal era a preocupação).

O seu a seu dono

Recebi hoje a última conta da água da minha ex-casa. 
Tenho a pagar 1 cêntimo.
Os senhores da água gastaram tempo, tinta e papel para enviar uma conta de (xinapá!) 1 cêntimo.
Estou tão tentada a ir lá pagar pessoalmente.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Let the shopping beggins

Zara Home

Na versão berço.
Já tinha decidido que só em Janeiro começaria com algumas compras, mas não consegui resistir aos saldos.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Chamem a polícia

A minha orquídea morreu. Matei-a.

Dados estatísticos

Às 16 semanas ainda me pergunto se isto é real. Isto, de ter um bebé na barriga. Como confiar em algo que não vemos acontecer? Tenho os sinais da gravidez, e nas consultas vou confirmando que tudo está a correr bem, mas as dúvidas nunca desaparecem. Acho que é o medo que vai mantendo uma futura mãe alerta, atenta. Isto de gerar um ser tem tanto de intenso como de assustador. Mas não é mais do que a lei da vida e aí pergunto-me, como é que isto funciona: ter um filho, big deal, somos só uns sete mil milhões a viver neste mundo, mas então o que tem de tão especial? São as hormonas? É o corpo que muda, a barriga que cresce, as emoções? Se calhar é tudo. É uma vida.
Somos tão grandes mas tão pequenos. Muitas vezes pergunto-me como pode o Inverno de Vivaldi desaparecer na Via Láctea, mas esta tem 13 800 000 000 anos, sabe-se lá o que já por ali passou. 
E, sem ser aí um meio milhar de pessoas que me conhecem, quem é que neste mundo vai saber que a Sara vai ter um bebé e que isso é para ela talvez a melhor coisa da sua vida?

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

It's a Girl!

Sem grandes entusiasmos, porque ainda é cedo para certezas absolutas.
Mas o médico olhou, explicou o que viu, e repetiu várias vezes: parece-me menina.
Adorámos, mas o que me deixa mesmo em êxtase é ouvir aquele pequenino coração galopante: WUSHH, WUSHH, WUSHH...

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Done.

Pronto. Mudanças feitas.
Um mês a empacotar todas as nossas tralhas em caixas de cartão para sair daquela que foi a nossa primeira casa. Estranhamente (ou não), nenhum de nós teve muita pena. E agora que já não é a nossa casa, ainda nem pensei muito nisso.
Há dois anos atrás, foi a que mais nos agradou, com as grandes janelas, a kitchenette, o jardim lá em baixo, a proximidade de tudo. Mas depois, foi ficando pequena, quente, barulhenta. E fomos sentindo que aquela não era a casa que queríamos para viver. A casa é o lugar onde é suposto termos paz e sossego. Conforto e bem-estar. E já não tínhamos. Por isso tivemos que a deixar.
Apenas tenho saudades dos dias em que tivemos silêncio, e daqueles em que a enchemos com família, com amigos, com a nossa gata. Dos dias em que lá colocámos mais um móvel, mais um candeeiro, mais um vaso.
E foi lá que algumas das mudanças mais importantes da nossa vida, até agora, ocorreram.
Por isso, e apesar das muitas queixas de ultimamente, posso dizer com segurança: ali, fui muito feliz.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

O Nome Daqueles

Na próxima sexta-feira, dia 3 de Dezembro, pelas 19h, O Nome Daqueles vai ser apresentado na Fnac de Stª Catarina. Para quem não pôde aparecer na Casa Barbot, tem aqui uma bela oportunidade. Vá. Ide.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

...

Chegar, deitar-se: por vezes os dois actos sucedem-se e encadeiam-se com tal rapidez como se entre ambos não decorresse, hesitante ou cegamente precipitada, aquela operação, um tanto mágica à força de tão simples, de primeiro se descalçar, de logo em seguida se despir.
Deitada de través em cima do largo divã, os seus braços tomam de súbito a postura de dois ramos oblíquos, na quase pânica expectativa de sentir-se adorada. Devagar os vai depois estreitando, até que ficam inteiramente estirados para trás; mas já as pernas entretanto começaram a reproduzir, em posição inversa, o grafismo da mesma letra.

"Um amor feliz", David Mourão-Ferreira

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Pesadelo

Estava eu e mais alguns na beira do rio Douro, ao pé da ponte D. Luís, naquele sítio onde há sempre pescadores, mas nessa noite eles não estavam lá. A rua não era rua, mas sim uma berma estreita onde estendemos os sacos cama para dormir, mesmo mesmo à beira do rio. Estava lua cheia, mas a noite estava ameaçadora e nós vigiávamos. Foi então, que na outra margem, as árvores altas começavam a tombar, uma por uma. E a lua, apagou-se, porque o mundo estava prestes a acabar.

sábado, 13 de novembro de 2010

O nome daqueles

Para mim é muito mais do que um livro, porque antes de o ver assim, bonito, paginado, vi-lhe as palavras serem escritas em muitas noites, aquelas noites em que quando tu escreves, eu não falo e a gata não mia. E tu atreves-te a escrever assim, tens cá um desplante! Depois perguntas-me o que eu acho e eu só consigo dizer: é muito bom, gosto muito, está demais, ou fogo!..., mas isto soa-me a pouco inteligente perante aquelas palavras, escritas daquela maneira. É que se um conto teu tivesse correspondência material com uma obra minha, isso queria dizer que eu conseguia construir uma Sagrada Família ou uma Ópera de Sidney assim nas calmas e isso eu não sei se conseguiria aguentar. E como eu te conheço bem deveria ser capaz de dizer algo mais elaborado, digo eu.
Só que hoje foi o dia de estares ali sentado a dizer "eu fiz isto" e eu fiquei mesmo a rebentar de orgulho, muito muito feliz por ti. E ainda bem que tinhas ali duas pessoas ao lado para dizerem aos outros que bem que escreves de uma forma tão brilhante e eloquente.
De mim vais ter que continuar a contentar-te com um "Xinapá!". 
Sincero e do fundo do coração, isso posso garantir-te.

sábado, 6 de novembro de 2010

Mudasti?



Depois de muitos meses indecisos se iríamos continuar a caber nesta casa, ou se já estamos mesmo fartos do barulho dos vizinhos e do pouco espaço que temos, decidimos que vamos sair.
Entretanto, hoje começa o processo da mudança.  Ainda não sabemos bem para onde vamos, mas sabemos que daqui a duas semanas esta, que foi a primeira, vai deixar de ser a nossa casa.
Se estou triste?
Não, ainda não.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Ainda do Biggest Loser

Hoje recebi duas mensagens no telemóvel. Uma do ginásio que frequento a dizer que esperam por mim (não tenho sido muito assídua) e outra da Sport Zone a comunicar que estão em promoções.
Isto soa-me a conspiração.
Estou aqui estou a ser convidada a participar no Biggest Loser português, querem ver?

Do Biggest Loser

Foi lindo, lindo de ver a equipa preta ganhar à azul, ontem. Primeiro, porque a Vicky, da equipa azul mostrou-se completamente desinteressada do prémio, que eram vídeos da família, e por isso, achou-se no direito de não fazer um caracol pela sua equipa. Mas triste, triste foi ver a equipa azul a tentar desconcentrar os adversários por puro despeito: Ah e tal, nós não nos esforçamos, mas vocês também não ganham. Ah e tal, afinal não é assim tão difícil, queremos tentar outra vez. Caiam todos depressa para podermos voltar a entrar em jogo. 
Mas a Renee deu o litro e chegou às vinte e cinco voltas. Mainada. 
Já agora, a minha favorita é a Michelle. Go Michelle!

domingo, 10 de outubro de 2010

Facto

Todas as minhas flores morreram.
...
...
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sábado, 9 de outubro de 2010

"Talvez alguém se lembre ainda de nós"

É sábado e estamos adoentados. A Penélope, ora dormita, ora mira pela janela e nós... nós navegamos sentados no sofá. Muitas vezes penso que é um desperdício de tempo ficar em casa. Sobretudo na nossa pequena casa e com tanta cidade lá fora. Mas hoje tossimos, fungamos e até comemos canja ao almoço. Por isso, hoje, não há melhor lugar para estar do que no nosso sofá, metade para cada um, os meus pés no colo dele, e os pés dele apontados para a televisão que não passa nada de especial, hoje, logo hoje.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

sábado, 11 de setembro de 2010

La rentrèe

Os planos saíram-me tão furados, tão furados, que nem posso dizer que tenha tido umas verdadeiras férias. Dito isto, acho que a desorganização tomou conta da minha vida. Na medida em que nada posso dar como garantido, não há nada que consiga controlar neste momento, e dias houve em que não via  mais do que um futuro desfocado à minha frente. 
Olho para os meus pais e para os da sua geração e vejo que sim, tiveram inícios complicados,  mas mais cedo ou mais tarde conquistaram a sua segurança, o seu espaço, e assim asseguraram o seu futuro. A minha mãe delineou a sua vida a partir dos 18 anos. Arranjar namorado: check. Acabar o curso: check. Casar: check. Ter um filho: check. Eu não posso fazer isso. E nem poderei dar aos meus filhos, se os tiver, a vida que a minha mãe me deu. 
Eu sempre achei que por muito negro que fosse o panorama, havia sempre algo a fazer, a esperar, a aspirar. Mas cada vez tenho menos esperança. Cada vez sinto menos optimismo. E de repente, já não tenho tanta coragem. Para, pelo menos, ter apenas uma semana de férias e pensar que não faz mal, porque valeu a pena. Porque não valeu.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

6!

A brincar a brincar, passou-se meio ano de casamento. Seis meses depois, olho para trás, para aquele dia de Fevereiro frio, gelado, e vejo o dia mais feliz e solarengo da minha vida. I love you, Bitchy Caramel!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Ainda há pessoas assim?

(...) Embora não tivesse por hábito dirigir a palavra a desconhecidos, R. estava demasiado atordoado pela coincidência para ficar calado. «Acredite ou não», disse à jovem «tenho andado à procura desse livro por toda a parte».
«É maravilhoso», respondeu a jovem «acabei agora mesmo de o ler».
«Sabe dizer-me onde poderei encontrar outro exemplar?» perguntou R. «Não consigo explicar-lhe o que isso significará para mim.»
«Este é para si» respondeu ela.
«Mas é seu» replicou R.
«Era meu», disse ela «mas agora já acabei de o ler. Vim aqui hoje para lho dar».

in "Experiências com a verdade", de Paul Auster

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

...

Estamos a 6 de Agosto. Estou no computador há mais horas do que devia, doem-me as costas, estou ansiosa. Tenho calor e estou cansada. O meu prazo expirou e continuo aqui, de dia para dia a avançar pouco de cada vez. E quanto mais cansaço sinto, menor é a minha capacidade de discernir, de me acalmar, de contar até as horas, chegando ao ponto de achar que ter que parar para comer é um insulto.
Sou assim, dramática e fatal. Só podia ser assim. Infelizmente, funciono bem entre a espada e a parede. Mas a minha ânsia de inverter este processo nunca foi maior e travo uma luta sem igual entre os meus vários "eus". O Eu que quer vencer, mudar, ser feliz e o Eu que é nada menos que um carrasco e se alimenta da tristeza e da solidão.
Por isso, entre momentos de felicidade, em que simplesmente sorrio, me alimento, e me sinto pertença do mundo e de alguém, afasto-me tanta vezes, de mim, das pessoas e da vida. E enquanto assim for, hei-de sempre acordar de noite, insconsciente, petrificada por um único pensamento: vou morrer.
Estou toda fragmentada por dentro e por fora já se nota. Nesta altura quase não me preocupo com isso. Precisava de chegar aqui. É que isto é de facto, uma questão de vida ou morte.
Pois de todas as lutas que travei pela minha vida fora, esta é, de longe, a mais dolorosa, a mais profunda e a mais perigosa.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Dantes é que era



Maddie Hayes: (crying in David's arms) I hate you, David Addison. David Addison: (hugging her) I know. I hate you too, Maddie Hayes. I've always hated you.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

quarta-feira, 28 de julho de 2010

7.24

Acordei cedo de mais, e apesar de ainda me apetecer dormir mais um par de horas, com este calor foi absolutamente impossível voltar a adormecer. Como há já alguns dias que a praia chama por mim, decidi ir até lá. Enquanto conduzia, pensava que o mais certo era a praia estar deserta àquela hora e ainda ia encontrar uns tarados no meio das dunas e que só me meto em situações parvas e bla bla bla bla bla bla. 
Mas qual quê. Eram 8h e a praia já tinha banhistas, o "cauçadão" já estava pejado de desportistas. Era corrida, era marcha, eram biclas a zumbir por ali fora. E foi com sono mas feliz por estar ali e não ter ido acabar de dormir para o sofá, que durante uma hora, caminhei à beira-mar.
Quem sabe se mais logo, no fim do dia estupidamente ocupado que vou ter, não volto à praia, não para fazer uma caminhada, mas para beber uma caipirinha à luz do luar?

terça-feira, 27 de julho de 2010

Ups!

Eu: Olha para ela, a conduzir à mulher fatal!
Ele: É mais à mulher fatela...

Ponham o dedo no ar

Quem ainda estiver a trabalhar, mas a desejar sentadinho na areia molhada à beira mar, e tiver que estar muito sentadinho em frente ao computador. Quem tiver sono e já vá no terceiro café do dia, e estiver a derreter com este calor, quem estiver resmungão porque as férias nunca mais chegam.
Acusem-se. Somos muitos?

sábado, 24 de julho de 2010

A Dona Fátima é que sabe! #1

- D. Fátimaaa! Por favor não arraste o sofá, o chão já está todo riscado!
- Oh Sarinha, não fui eu, sabes porquê? Porque madeira com madeira não risca!
(Ahhhh...)

...

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Happy Birthday Vestido Preto!

anos e

visitas depois, 
posso dizer que este é melhor Blogue da minha rua! :)

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Piadinha

Ele: Amanhã vais correr comigo?
Eu: Não!
Ele: Ok, então eu corro contigo.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Pontos nos i's

Eu sou uma pessoa que, não sendo muito lamechas e palavrinhas doces, gosto de beijinhos e abracinhos dos meus co-habitantes, incluindo lambidelas da minha felina. Isto é como que uma indirecta para o meu único co-habitante que sabe ler, da Penélope só posso esperar que esteja num dia bom, daqueles em que me acorda com a sua língua áspera na minha barriga da perna, mesmo que até seja seguida de uma mordidelazita.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Le weekend


Passou já, não foi? Pois. Então, no Sábado lá fomos aos tais sítios. Durante os dois dias, que acabaram por não ser de clausura total, aviei uns quantos desenhos. Diz que a praia esteve magnífica. E diz que esta semana será ainda mais fucked up que a última. Mas não posso fazer nada. É aguentar meus amigos, é aguentar.

E não é que

Para as coisas aparecerem feitas é preciso FAZER? Bummer...

sexta-feira, 16 de julho de 2010

A sexta-feira quando chega não é para todos

Então é assim.
Amanhã de manhã vamos a uns sítios, mas o resto do meu fim-de-semana será em modo freira-carmelita-on-speed. Passo a explicar. Não conto pôr os pézinhos fora de casa a não ser para o estritamente necessário, a ver se dou um avanço grande aos desenhos. Preparado o stock de gelatina, pudim de pão e iogurtes para não passar fome, água e groselha para não passar sede, vão ser dois dias a partir pedra. Prometo que daqui a uns dias mudo de assunto, sim? Sapatos, canetas, papel de parede, coisas assim.
Posto isto, acho que estamos conversados.

Só para não dizerem que isto é só queixinhas

Hoje já tive duas boas notícias. Toma lá, embrulha!

O putz do tempo

Falta muito pouco tempo para o meu deadline. Quanto à vontade, por essa, bem posso esperar sentada. Mas faz de conta que é fácil e pronto. De mais a mais não sou a única. Acho que já não há ninguém que não se ande a arrastar nestes dias. Mas eu só posso falar por mim e já não suporto o barulho das teclas do meu computador, nem estar sentada nesta cadeira, da qual me levanto ao mínimo pretexto. Vou ser a mulher mais feliz do mundo quando entregar o último dossier. Ou não. Tresmalhada como sou, vai chegar esse dia e com ele um enorme vazio por já não ter grande coisa a ocupar-me a cabeça. Bem, quando a altura chegar logo pensarei noutra paranóia qualquer. E já só faltam quinze dias, meus amigos. Já só faltam quinze dias.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Este blogue hoje transpira sensualidade

 
Scarlett Johansson

Não é que esta senhora cante muito bem, mas adoro ouvi-la do início ao fim. E ao Tom Waits também.

Perrier by Dita

Nota

Um programa de obesos na Sic Gaja? No me gusta.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Balanço

Depois da terrível constatação de que tinha perdido uma pasta importantíssima, mais não houve a fazer senão pegar no malfadado projecto e re-desenhar, re-escrever, re-organizar. E ainda a procissão vai no adro. Um trabalho que me ia demorar dois dias, é bem capaz de se alargar para duas semanas. Antes que me falem em backups, aviso que os faço. Muitas vezes.
Os vizinhos ontem deram-nos uma noite sossegada. Mas hoje de tarde lá estavam eles em força, bate porta, arrasta coisa pesada, atira insulto, manda asneira. Para ajudar à festa, hoje foi dia de cortar relva. Não tive outro remédio senão respirar fundo, escolher a música mais relaxante que encontrei e enfiar os auscultadores o mais fundo possível nas minhas delicadas orelhas.
Entretanto, e perante a triste visão do cesto da roupa suja a transbordar, resolvi lavar alguma roupa. Até aqui tudo bem, mas quando abri a máquina para retirar as toalhas e lençóis cheirosinhos e lavadinhos a 60º, deparei-me com uma blusa delicada que deve ter ido embrulhada. Estava toda amarrotada e com ar murcho, mas ainda não tive coragem de estimar os danos.
Quando me sinto assim (com o mundo contra mim) lembro-me sempre de um artigo que li numa revista sobre a nossa reacção às coisas. Perante as vicissitudes da vida, o que sou eu? Reactiva ou proactiva? Queixo-me e lamento-me ou pego nas dificuldades e transformo-as em desafios? A bem da verdade, faço as duas coisas. Primeiro uma, depois a outra. Fui sempre assim. Como na famosa semana em que fiz duas directas e quando pensava que ia finalmente dormir uns... cem anos, soube que um dos exames que tinha adiado seria no dia seguinte. Cheguei a casa, deu-me o fanico, chorei baba e ranho. Tomei banho, um café, enfiei a focinheira nos apontamentos e tirei 15.  Tenho o maior orgulho desse dia. Não tenho vergonha nenhuma de ter chorado como um bebé à frente do meu pai. Porque frankly my dear, I don't give a damn.
MAS PORQUÊEEEEEEEEEE?

Wanted

Perdi a última versão inteira de um projecto. Vou ali suicidar-me e já venho, sim?

E eu consigo pôr isto tudo em 5 minutos

Como fui passear a pé a seguir ao jantar, já não me deu para ir organizar as minhas traquitanas,  mas  espreitando para dentro da bolsa tirei duas conclusões: uma delas é que nem possuo assim tanta maquilhagem, prefiro apostar na qualidade à quantidade. A outra é que preciso de alargar o leque cromático das minhas pinturinhas. Continuo então com as coisas desorganizadas, sendo que mais à mão estão as que uso mais frequentemente, por isso em jeito de Top 10, aqui vai:
                
Base Lâncome Adaptîve 002
Esta base acompanha-me há anos. Perfeita para o meu tipo de pele que é mázita. Fluída, nada sticky e, dispensando o pincel ou esponja para espalhar, ou seja, usando as mãozinhas, dura uma eternidade. Tem o doseador e basta uma gotinha para operar milagres dignos do photoshop.
Para dar um toque mais profissional e eliminar brilhos, uso este pó compacto, também da Lâncome. É o Mat Finish. Cor 03 Sable. E assim até parece que esta pele nunca viu uma borbulha.
Também uso um corrector de olheiras da Bourjois, mas não fiquei fã, de modo que ando em busca de um mejor.
Sombras. Sempre tive dificuldade em escolher a mais adequada. Um dia, andava eu à procura de um blush que desse aquele toque à la Carrie Bradshaw na red carpet e comprei este Diorskin Poudre Shimmer Copper Diamond, da Dior e fiquei com blush e sombra nestas cores todas. 
Esta é mesmo a minha aquisição preferida, porque como pestanuda que sou, com a máscara errada fico com as pestanas a colar umas às outras, pastosas, e pegajosas. É chato. Fui experimentando até acertar. Tal e qual como com o ginecologista. Só que agora já posso ir à consulta com umas pestanas à maneira.
Adoro blush. E adorava ter todos. Mas este Sienne da Bourjois dá conta do recado, agora no Verão. E cheira bem. E dura.
Presente do mano. Chanel. Rouge Allure. 14 Passion. Ando sempre à procura de um bom pretexto para o usar.
Mais pricy pricy que um Risqué, mas a cor é bem engraçada. Ainda não tive a tentação de o arrancar à dentada por isso, podemos considerar que está a ter sucesso.

Very Irresistible. Givenchy. Babe deu à menina. Menina adora. 

Et voilá. Depois disto estou pronta. Vogue. Harper's Bazaar. Vanity Fair. Venham a mim.

terça-feira, 13 de julho de 2010

...

Em jeito de terapia ocupacional, mais logo vou entreter-me a organizar a minha maquilhagem.

Os vizinhos de baixo #2

Neste momento arrastam móveis. A gaja ri-se a bandeiras despregadas, qual Cruella de Vil a experimentar um casaco novo.

Os vizinhos de baixo

Ontem começou tudo de novo.  Às 10 e meia da noite discutiam e insultavam-se mutuamente, ele era palavrões, ele era gritos, e depois o silêncio. Mas foi sol de pouca dura. Chegaram os amigos e vai de abrir as janelas, gargalhar e ouvir música aos berros até às 2 da manhã. Quando já não aguentava e mandei calar, ainda se riram na minha cara.
Chamámos a polícia, que não chegou. Ou iria chegar a meio da noite, quando nós já estivéssemos a dormir. Ou seja, os cabrões da merda é que incomodaram, mas nós é que tivemos que ficar de plantão à espera de a) que a polícia chegasse, ou b) que se calassem. Que triste. Às tantas fomos para a varanda, sem saber o que fazer. Quando lá chegámos estavam os vizinhos do lado a olhar para baixo, muito espantados. Também já tinham ligado à polícia. E os filhos da puta  do andar de baixo a rirem-se. Não têm regras, não têm educação nem consideração por quem quer descansar e estar em silêncio. 
Fiquei com uma monumental dor de estômago, de tão impotente que me senti. Durante a noite tive 3 pesadelos e acordei com dores no corpo, nervosa e cansada. Ainda voltaram a fazer barulho de manhã. Por momentos tive a doce fantasia de que talvez estivessem a sair para férias, ou para se mudarem.
Mas eu vou vingar-me. Ah vou. Não sei como, aliás, aceitam-se ideias. Muitas ideias de partidinhas incomodativas para chatear aqueles inúteis. Mas isto não fica assim. E se nem com a polícia posso contar, ao menos não se ficam a rir por último. Cabrões. Me aguardem.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Keep it simple, stupid


É ofícial. Já só tenho um número de telemóvel.  E assim como já só tenho um número, gostava de ter só um endereço de e-mail. Já foi tempo em que tinha uns trezentos e vinte e quatro. Agora tenho dois, mas um deles é quase só para coisas que não interessam para nada... e é o do messenger. Também ando a separar a roupa que já não uso para dar. E a ver-me livre de papelada inútil. Sempre tive a mania de guardar tudo, para o caso de um dia precisar. Tenho coisas guardadas que já nem para recordar servem, porque nem me lembro porque as guardei. Outras, já não fazem sentido. Mas o deitar fora, perder, ver-me livre de, isso é que é um caraças. É irreversível. Se continuar a acumular coisas, um dia quando for velhinha ainda me bate a polícia à porta para me tirar de uma casa com lixo até ao tecto.
Mas começo a perceber que, para termos lugar para novas coisas precisamos de nos livrar das velhas, daquelas que já não nos servem para nada a não ser para nos manter agarrados ao passado e nem sempre às coisas boas.

Um dia em Óbidos com direito a siesta


Notas
Quero uma casa de férias em Óbidos.
Ou então ali perto da Foz do Arelho.
Até pode ser mesmo aqui.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

4 da manhã

Um
Ainda há uns dias dizia a uma pessoa que se pudesse voltar atrás no tempo, tinha feito algumas coisas de forma diferente. A pessoa com quem falava perguntou-me assim: "Dadas as circunstâncias na altura, foi-te possível fazer de outra maneira"? A resposta foi mesmo óbvia: "Não". Por isso, essa do arrependimento que matava e não sei quê, é uma balela. Ponto final.

Dois
A tecla "Back Space" do meu portátil está calorenta, que é como quem diz: encravada. Não sei porquê, mas esta também me faz lembrar arrependimento.

Três
Não tenho uma noite decente desde a semana passada. É o calor, calor demais, a ansiedade, a ânsia e alguma angústia à mistura nesta pajama party. O arrependimento também cabe aqui. Bummer.

Quatro
Pergunto-me se amanhã vai ser um dia igual aos outros. Desidratado. Até o meu telemóvel está desidratado.

sábado, 3 de julho de 2010

Do baptizado da M.

Eu: Achas que leve este vestido?
Ele: Sim, é muito bonito.
Eu: Não é muito formal?
Ele: Não, afinal é quando a criança vai ser entregue a Nosso Senhor Pai... ou Nosso Senhor Jesus Cristo? Diz-se Nosso Senhor Jesus Cristo ou só Jesus Cristo?
Eu: Errrrr...
Ele: Ah pois, é aquilo do três em um...

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Da minha mui interessante vida

Hoje foi dia de saber a sentença relativamente ao meu joelho. Parece que tem líquido. Parece que está inflamado. E parece que tem um pequeno quisto. O meu joelho está em sofrimento. E depois da consulta, lá fui eu levar uma pica para desinflamar.
Agora, não sei o que se passa comigo e com as picas. Há coisa de um mês fui levar a vacina do tétano e não doeu nada. Mas mesmo NADA. Nos dias seguintes mal pude mexer o braço, mas isso é outra história. A de hoje, nada também. Nem dei conta de quando começou, nem de quando acabou. Perguntaram-me: "Está a doer?" Ao que eu respondi: "... Já está a dar a injecção?"
"Olha que bom para ti", dirão vocês. Mas eu não estou a achar piadinha nenhuma. Estarei com chicha a mais?
No outro dia chamaram-me Jabulani e agora não sinto as agulhas. Não estou a gostar. Ah não, não estou a gostar.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Biatch!

Ohh e hoje que não há sol. Ohhh que chatice, pá. E eu que queria ficar enfiada em casa a trabalhar e ir lá fora e ver os meus vizinhos saírem para a praia de havaianas e óculos de sol. Oh pá, que chatice.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

terça-feira, 29 de junho de 2010

Por que não nos valorizamos o suficiente e precisamos dos outros para o fazer? Por que falham os outros quando tentam valorizar-nos e precisamos de nós para o fazer?

Eu: Gostas deste texto? Não está nada de jeito, pois não?
Ele: Sim, está óptimo. Continua.
Eu: Oh, não sei...

Faltam 35 dias

São 3 da manhã e estou a imprimir desenhos. Menos uma preocupação, mais uma missão cumprida. 
Muita gente me tem perguntado o porquê desta urgência, em acabar estes trabalhos. Pois bem, preciso de encerrar este capítulo, ou pelo menos pensar um bocadinho menos nele e dedicar-me a outras coisas, coisas que me façam feliz e que me deixem crescer. 
Mas a verdade é que estou sem vontade. Nenhuma. Népia. Não sei o que aconteceu àquela gana que me dava quando queria mesmo uma coisa e que me fazia persegui-la sem olhar para trás. Todos os dias e um a um, os itens da lista vão sendo riscados, mas à custa de uma força hercúlea.  Estou cansada, deve ser isso. Nem tudo na vida tem que ser fácil, isto não o é concerteza. Mas sinto que é agora ou nunca. Não sei se vou conseguir cumprir tudo a que me propus, e não sei em que estado vou chegar ao fim. E talvez até esteja a fazer disto um bicho de sete cabeças, o meu Cabo das Tormentas. Mas é o que representa para mim neste momento e é assim que vou lidar com a fera.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Are we there yet?

Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? 

domingo, 27 de junho de 2010

Sugestão literária

Este senhor escreve mesmo muito bem. Visitem, sim?

Assim é que é falar #01

"- Quando é que teve a noção de que a sua vida podia ser uma coisa extraordinária?
- Não tive essa noção. Tive essa necessidade."

*Entrevista a Alfredo Casimiro, na Pública de hoje.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Qual dona de casa prendada

Há três dias a minha mãe deu-me uma máquina de lavar a roupa. Realmente já está mais do que na altura de sermos nós a  tratar dos nossos trapinhos, para além de que não é nada prático andar com eles de um lado para o outro. Eu estou contente. A máquina é super ecológica, silenciosa, e para quem conhece a minha casa, sabe que dá jeito que assim seja. Mas o que eu mais gosto nela é da musiquinha. Ele é musiquinha quando se liga, ele é musiquinha quando se desliga... Maravilha. Dá alegria a uma casa! Até me apetece lavar roupa como se não houvesse amanhã. Vai tudo a eito! 
Tenho que ir, que está a dar a musiquinha do fim da lavagem. Pena que as molas da roupa não cantem em coro. É que estender roupa é booooring!

A mais longa noite do ano


By me.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Armada em jardineira

Resolvi então, ir tratar das minhas flores moribundas. Não sei se a terra nova que lhes pus as vai salvar da morte certa. Stay tuned.

Eu e o meu feitio de merda

Hoje estamos de pedra e cal. Cinco estrelas.

domingo, 20 de junho de 2010

Domingos. Ai os domingos.

Prós
Não se trabalha (às vezes);
Dá para tomar pequenos-almoços que duuuuuram e duuuuuram, enquanto se lê o jornal.
São dias que até rendem: dormir, passear, "sofazar".

Contras
Trabalha-se (às vezes).
Vêm antes da segunda-feira, logo...

Que se lixe. Adoro domingos.

sábado, 19 de junho de 2010

De manhã vou arrepender-me de ter escrito isto. Ou não.

Estou acordada porque a minha vizinha pinou. Quando isso acontece parece que está a levar no focinho. E eu que estava a dormir tão bem, acordei com gritos agudos e histéricos, com muito pouco de sensual. Agora estou no sofá da sala, enervada e resmungona à espera que o sono volte a chegar. Pela minha cabeça passam algumas hipóteses de vingança. E acreditem, se eu não detestasse tanto as vuvuzelas, comprava uma e soprava-lhe nos cornos até ela morrer de tédio e surdez.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Fixem este número


Tenho estes dias para atingir um objectivo muito importante na minha vida.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Cole Porter diz

Birds do it, bees do it
Even educated fleas do it
Cold Cape Cod clams, 'gainst their wish, do it
Even lazy jellyfish do it
Lizards and frogs do it
Roosters do it
Some Argentines, without means do it
I hear even Boston beans do it
The most refined lady bugs do it
Moths in your rugs they do it
The chimpanzees in the zoos do it,
Some courageous kangaroos do it

E eu digo:
Os meus vizinhos da frente do it
Os meus vizinhos do lado do it...

... aos gritos.
Dasssssssssse!

It's quite peculiar!

“- I feel like a unicorn just took me on a ride to a magical palace, to the land of the blueberries. And we eat onions all day, and mushrooms, and sometimes, if we’re lucky we get papayas.
He flies me around and I hang on to the unicorn and we float away to the land of the East. And we float, float, float, float, float, float... Who is the house? JC! Tell me who is in the house? JC! He was born to a virgin named Mary on Christmas day, he bled and just died in the cross to take sins away. You take him high, you take him low, you take JC wherever you go! Now tell me who, who, who, who, who, tell me who’s in the house? JC! Tell me who’s in the house? JC! Jesus Christ is in the house today.
- You’re ok?
- Are you ok?”

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Todos os rapazes são gatos

Sou uma madrinha babada, sempre fui. E neste momento sinto um orgulho enorme do meu Luís, que representa como gente grande. Adorei, afilhado. Continua sempre assim.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Andamos mal dos ossos

O meu irmão foi de férias para Cabo Verde e logo no primeiro dia partiu o pé a jogar à bola.
Cá em Portugal as coisas também não andavam bem com os esqueletos. Daniel anda mal da mão e eu, do joelho.
Vai daí era ver-nos aos três hoje de manhã, sentadinhos na sala de espera para ir ao ortopedista. 
Fofos, fofinhos.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Faltam-me estes lápis de cor

Middle Chrome, Madder Carmine, Ultramarine, Kingfisher Blue, May Green, Jade Green, Juniper Green, Blue Gray

... e um aguça.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Qualquer dia ganho guelras

Um copo de água.
Dois copos de água.
Três copos de água.
Quatro (cof cof) copos de água.
Cin... (cof glup) ...co copos de água. (cof cof).
Seis co (cof cof)...pos de ág... glup glup glup glup glup glup.
Bubbles, bubbles.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Postzinho nada interessante mas com algumas informações

#01 Levei a vacina do Tétano. Não doeu nada, mas dois dias depois parece que o meu braço andou na guerra.
#02 Parece que vou mudar de casa. Não desesperem amigos, é só 1Km ao lado da actual. E logo agora que finalmente abriu um "Pão-Quente" aqui ao lado...
#03 Continuamos sem saber do Pirilampo. Paz à sua alma.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Notícias do Pirilampo #2

Desapareceu.
A última vez que foi visto estava já quase cinzento e com o pêlo eriçado. Para onde o levou? Só a D. Fátima saberá.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

De volta

Parece que voltou. A minha mãe tinha uma pilha de Burdas, lá em casa. Acho que é desta que vou aprender a fazer as minhas roupas. E quem sabe se não serei a próxima vencedora do Project Runway? Hã? Ou se até poderei enveredar por uma nova carreira profissional? Ah pois, ah pois...

sábado, 22 de maio de 2010

terça-feira, 18 de maio de 2010

Meninos e meninas

Se gostam aqui da vossa amiga (não é preciso gostar assim muito muito, só um bocadinho chega), não lhe enviem e-mails nojentos, nomeadamente de pessoas que têm um escaravelho a nascer debaixo da língua porque lamberam um envelope, ou pessoas que se arriscam a ficar sem pés por causa dos chinelos comprados nos chineses. Também dispenso e-mails de acidentes de carro aparatosos, um dia se tiver que levar com um carro nas fuças levo e pronto, não há e-mailzinho que me safe. Eu sou mais gatinhos a tocar piano e coisinhas engraçadas.
Boa?

sábado, 15 de maio de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Menina, vai comprar um Pirilampo Mágico, não vai?

E comprei. Cheguei a casa e exibi a minha compra. De repente, a felina fura do seu túnel, trepa o sofá e lança-se para cima da mesa bastante interessada no pompom cor de salmão.
Nunca vi a Penélope tão interessada num brinquedo. Quais bolinhas, quais ratinhos. Pirilampos Mágicos com uma fita apetitosa atrás é o que está a dar. A menina morde, a menina persegue, a menina traz-nos o pirilampo na boca. O pomponzinho já não tem um olho (já lá vão três horas de tropelias), mas a menina está feliz. E nós também.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Lady Gaga



Please God, make me good... but not yet!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Phalaenopsis

"Com luz, não à luz directa do sol. Não colocar numa área seca. Temperatura mínima 18ºC/64.4ºF. Regar por imersão numa tina de água. Retire a água em excesso do prato ou do vaso. Corte o caule depois do período de florescimento para ajudar a planta a re-florescer. Só para decoração. Não é próprio para consumo."

Depois disto, duas coisas:
1. Please God, faz com que a orquídea me dure pelo menos uma semana.
2. "Não é próprio para consumo." A Penélope não acha isso.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

segunda-feira, 3 de maio de 2010