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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Os mimos

Pronto, passou. O fim-de-semana e com ele, a nuvem negra. Não choveu, e eu que achava que ia dividir o tempo entre brincadeiras na sala, sestas, algum trabalho e arrumações, acabei por ter dois dias (três, que na sexta a coisa já começou a acontecer), de almoços, jantar em casa de amigos, cinema, caminhadas, esta e esta surpresas e uma ida à praia. Não nos poupámos a passeios. Nem a mimos. 
E a minha B., cada vez mais deliciosa, com as suas particularidades de menina, de toddler à conquista. 
Enfim, tive tudo o que precisava, e até mais do que esperei. Estou grata por estes dias. Vou ter mais uma semana igualmente difícil, talvez até mais do que a última. Mas com dias destes a dar um boost ao ânimo, tudo vale a pena. Já dizia o meu avô "Alma até Almeida!" E é mesmo. A começar bem com a B. sem chorar no infantário, bem disposta e eu já sentada ao computador a riscar tarefas. Isto promete.




domingo, 28 de outubro de 2012

Lovely sunday morning


 




Este fim-de-semana teve dois tipos de momentos. Os para esquecer e os para mais tarde recordar. Pois que ontem fizemos a nossa primeira corrida até ao hospital, depois de a cara da B. ter um encontro imediato com a esquina (arredondada, ufa!) da mesa de centro da minha mãe. Abriu a boca por dentro e por fora, teve muito aparato, mas acabou por não ser nada tão grave como pensávamos. Grave como quem diz, dispensou pontos. 
Surpreendemente, a pequena continuou o dia na sua boa disposição, e apesar de estarmos de sobreaviso por ter batido com a cabeça, brincou, comeu, dormiu, tudo normal.
E por isso mesmo hoje aproveitámos o Sol, e fomos dar um passeio apetitoso por Serralves. A planta de Serralves, que tão bem conheço, tem uma forma parecida com a de um coração. E é mesmo um músculo de força nesta cidade, com a sua diversidade, com as pessoas que por lá andam. Hoje, com a B. a pisar as folhas, a vibrar com as cores, com as outras crianças, foi tão diferente, e tão melhor. 
Como é que coisas tão simples como esta trazem uma felicidade tão tamanha?

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Pela primeira vez desde que a B. começou a caminhar com mais segurança, fomos a um centro comercial e deixamo-la andar livremente. Quando digo livremente entenda-se que íamos atrás, a uma distância segura. Ela deu a volta ao bar redondo, disse adeus à funcionária, entrou na Lion of Porches, disse olá à funcionária, entrou na Adidas, pegou nuns mini ténis, entrou na Massimo Dutti e saiu, ficou especada a olhar para os ecrãs com as paisagens zen do corredor, depois foi checkar as máquinas de multibanco, as plantas, entrou numa ouriversaria, pelo meio corria para alguém a rir, depois foi ver as filas do cinema, tentou roubar uma pipoca a uma senhora que tinha um balde cheio pousado no banco, disse olá a uma família de três, sorriu para a filha adolescente e abraçaram-se as duas, tão felizes. 
Eu e o pai sempre um bocadinho atrás, e de vez em quando pensava comigo que ela é pequenina, não sabe andar no meio de tanta gente estranha. Mas, na verdade, as pessoas não estão habituadas a ser abordadas desta maneira, por uma criança com um grande sorriso na cara, sempre pronta a dizer olá, a dar um abraço, a atirar um beijo. É assim a minha filha. Não fui eu que lhe ensinei, nem sei se o herdou de nós. É dela. Gosto de pensar que lhe damos segurança para ela se afastar, que se sente protegida apesar da distância. Mas é dela ser de bem com a vida. 
E eu quero que ela seja sempre, sempre, sempre assim.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Habemus Toddler

Chegou o dia em que ela estava no tapete da sala, sentada a brincar. Fincou os dois pés no chão, arrebitou o rabo e endireitou-se. Levantou ligeiramente os braços, para dar equilíbrio, abriu as mãozinhoas "à menina" e off she went. Deu a volta ao sofá, à mesa da sala, transpôs a porta, passeou pelo hall e foi à cozinha ter com o pai. Pelo caminho ainda afastou o cabelo dos olhos e rodou os pulsos, em jeito dançante. 
Já não são uns passos tímidos da mãe para o pai, do pai para mãe, já em desequilíbrio mal vê os braços abertos para a receber. Já não é passar do sofá para o banco, da cadeira para o boneco pendurado nas grades da cama. Precisa cada vez menos da nossa mão para ir onde quer. E é isto, que no meio de toda esta alegria e toda esta conquista me faz ficar um bocadinho melancólica: ela está a crescer tão, tão depressa.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Dez


 A minha filha linda-fofa-do-meu-coração-coisa-mais-boa-da-mãe, faz hoje 10 meses. O tempo voa. Digo-o tantas vezes, quase na esperança que ele páre um bocadinho. Mas não me posso queixar. Temos aproveitado muito. E aprendido muito. Olho para estes dez meses e vejo felicidade. Muito mais momentos bons do que menos bons. Algum stress, algum medo, algumas vicissitudes (detesto esta palavra), mas nada que não seja normal. O que seria estranho era se já dominasse todos os assuntos relacionados com a maternidade. Mas no meio disso e com grande força, tem havido muita alegria, muita descoberta, muita realização. 
Eu penso muito no dia do parto. Acho que já o disse. Foi um começo tão bom, tão delicioso. Tive tanta sorte, e quando sei de alguém que vai ter um bebé eu só desejo que lhe assim corra tão bem. Mas penso no parto, nesse dia específico, porque nunca tinha sentido coisas que senti. Eu nunca me senti tão feliz e tão eu, sem armaduras, a permitir-me absorver tudo, o espanto, a alegria, mas também o medo, a preocupação.
Não sei se a minha filha vai algum dia imaginar o que foi para mim conhecê-la, tê-la no meu peito. Eu gosto  muito de lho dizer baixinho. Que a amo tanto. E que vou amar sempre.

sábado, 24 de março de 2012

Hmmmm

Eram 7 quando ela acordou. Carente, carente. Queria colo meu. Muitos abracinhos. Quase nem me deixou preparar o biberão. Até que se engraçou por uma caixa de Sensodyne Repair e eu consegui fazer o leite. Dei-lho na minha cama, bebeu e fixou-se na luz que vinha da janela, depois aninhou-se no meu braço e adormeceu. Já dormia tranquila quando fez um sorriso quentinho, como só ela sabe fazer. Depois deu uma gargalhada. Continuou a dormir e eu fiquei uns largos minutos a vê-la. A expressão tranquila, a boca sem chupeta a fazer um beicinho, os olhos pestanudos, as bochechas rosadinhas, o braço tenrinho a abraçar-me, a mão a pegar numa madeixa do meu cabelo. O respirar, o cheiro.
Oh God... Há coisas tão boas nesta vida.

terça-feira, 20 de março de 2012

:)

Eu, católica praticante, nunca fui de pregar a minha religião aos 4 ventos. Educada em colégio de freiras, foi preciso chegar aos 30 para começar a ter dúvidas e questões. Também nunca fui de fazer promessas e sacrifícios, porque sou demasiado comodista para isso.
Mas quando fiquei grávida da Bárbara, depois de uma primeira consulta não muito encorajadora, quis ir a Fátima, pedir protecção e coragem.
Passados alguns meses do nascimento da bebé, voltei para agradecer. Rezei pela minha família, pelos meus amigos e fiz um pedido muito especial para uma amiga minha. Hoje, esse pedido foi atendido.
Hoje, tive a melhor notícia que alguém me poderia dar. Hoje a minha amiga vai dormir feliz e eu vou dormir feliz por ela. E por isso, vou voltar a Fátima, mais uma vez. Só para dizer, obrigada, muito obrigada.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Momento delicious do mês

No outro dia estava a ver um episódio de "Uma família muito moderna", com a minha pequena ao colo, que se entretinha com o comando da televisão, até que desatei a rir-me às gargalhadas numa cena em que o "Pai" é atropelado depois de pensar que ganhou a corrida à mulher. Quando dei por mim, estava a miss a olhar para mim deliciada e a rir-se também às gargalhadas. Fiquei extasiada, só me apetecia devorá-la com beijos. Isto de ser mãe é forte, pá.Não é qualquer coração que aguenta.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Paz de espírito



Estou em modo manta nas pernas e a beber um chá e a ouvir a Diana, enquanto trabalho. Antes disso, almocei aqui, com a M., que quis matar a fome de sushi, e matou. Eu comi risotto de espargos com gambas, a Babá comeu sopa de bróculos feita pela mamã, claro está. Mais logo, vou comprar legumes frescos e talvez um ramo de flores, porque quero que o meu dia acabe doce como começou.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Happy birthday to me!

E lá se foi mais um aniversário. O trigésimo quinto. Mas o primeiro desde que fui mãe. E o dia foi tão bom. Quer dizer, o sol podia ter dado ares da sua graça, mas lá se cansou de aparecer à força toda no resto da semana. 
A aproveitar o facto de fazer anos a um sábado, acordei preguiçosamente e ainda estive num namoro pegado com a minha princesa do meu coração. 
Almocei aqui, jantei aqui e pelo meio saí só com o maridão e fomos mimar-nos com umas comprinhas. Melhor do que isto, só se fosse passar o meu aniversário a Paris, Londres ou Nova Iorque. O que conto fazer lá para os 40. 
E eu farto-me de dizer que quero Iphones (e vou continuar a dizer) e i-Coisas, mas o que eu mais queria foi o que eu recebi. O meu marido, a minha filha, a minha família (faltou a minha maninha) e alguns dos meus melhores amigos à minha volta, a celebrarem o meu dia, a mimarem-me, e a fazerem sentir-me a pessoa mais importante do mundo. 
Happy Birthday to me!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Happy Monday

O dia hoje começou bem cedo. Começou devagarinho, e com sorrisos, brincadeiras e pés descalços. Entramos lentamente na segunda-feira e é assim que gosto. 
Fomos à pediatra e está tudo bem, que é tudo o que queremos ouvir. Vamos entrar em todo um mundo de novos alimentos. Vamos ver mais evoluções, todos os dias.
Depois de uma sopa bem comida, deixei a pequenina com a minha mãe. Ficou a dormir, e eu vim para o meu beach office. Pelo caminho tinha o sol a bater no vidro do carro e sentia-me mesmo quentinha e feliz. Tudo está bem.
Logo, depois de algumas horas de trabalho, vou caminhar por esta praia fora. Que esta praia é multi funcional. Além de office, é o meu ginásio. E agora, vamos lá trabalhar, que este feeling não se pode perder. Toodeloo!

domingo, 8 de janeiro de 2012

Food loves me

Quanto mais cozinho em casa, menos aprecio fast food e mais exigente tenho sido em relação ao que como fora. Graças às Nigellas, Jamies e Chakais desta vida, fiquei com mais vontade de experimentar novos pratos e novos sabores. E porque vieram numa altura em que eu pouco mais sabia fazer do que estrelar um ovo, ou fazer um arroz vá, aceitável. Agora sou menina para cozinhar ao som de violoncelo, ser exigente com as facas que uso e temperar os pratos com tomilho (do meu jardim), sementes de funcho, manjericão, e usar alcaparras e tomate seco sem pudor. Descobri que adoro cozinhar. E que é mais do que grelhar bifes e cozer esparguete. E que não é preciso passar três horas na cozinha para saborear um jantar único.
Voltando à fast food, ontem fomos comer ao h3 do Arrábida. É dos poucos sítios onde gosto de comer, num shopping. Mas ontem eu queria um naco de carne picada e mal passada. Queria cebola roxa a picar-me a língua. Queria uma limonada como a da minha avó. Então comi um h3 super bread. Com batata frita às rodelas, como eu gosto. E ainda olhei para o coulant de chocolate, mas resisti-lhe como gente grande. E saí de lá contentinha e satisfeita, com um hálito a cebola que não se podia, mas contentinha e satisfeita.