É sábado e estamos adoentados. A Penélope, ora dormita, ora mira pela janela e nós... nós navegamos sentados no sofá. Muitas vezes penso que é um desperdício de tempo ficar em casa. Sobretudo na nossa pequena casa e com tanta cidade lá fora. Mas hoje tossimos, fungamos e até comemos canja ao almoço. Por isso, hoje, não há melhor lugar para estar do que no nosso sofá, metade para cada um, os meus pés no colo dele, e os pés dele apontados para a televisão que não passa nada de especial, hoje, logo hoje.
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sábado, 9 de outubro de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
I, Penélope
Cairam-lhe uns dentes, nasceram outros e Penélope cresceu. Tornou-se uma terrorista de primeira, morde, arranha, destrói os sofás, plantas e rolos de papel higiénico. Tem uma obsessão pelo meu pincel do blush, adora empurrar coisas até que elas caiam no chão e empoleira-se na nossa varanda como se fosse uma trapezista profissional. Duvido que seja amiga de criancinhas.
Nem pensem em entrar cá em casa e não a cumprimentar. Penélope não perdoa.
Está grande a minha menina. Acaba-se hoje a ração júnior e a partir de amanhã já se deliciará com novos sabores.
Que continue por muitos anos a acordar-nos com o seu motorzinho ronron e beijinhos ásperos, a dormir as suas sestas de sete horas e a ser a arisca que é.
Parabéns, minha Penny-Benny.
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terça-feira, 16 de março de 2010
Penélope
Está-se bem aqui. Mas o que eu tenho mesmo é fome, portanto, venham a mim postazinhas cor-de-rosa, venham a mim".
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