quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

"A parva da Geração Parva"

A minha alma é que está parva.
Não se aproveita uma linha daqui.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

First things first

Uma das perguntas que me fazem mais frequentemente é para quando o nascimento da minha picola. Se até há umas semanas atrás me diziam "Ah, ainda falta!" hoje ouvi um sentencioso "Está quase, é que passa num instante!". Até tremi.
A brincar a brincar já estou no terceiro trimestre e começa a impôr-se uma preparação mais afincada. Mas é tal a comidela de cabeça que quando estou numa loja até bloqueio. Só no que diz respeito a chupetas há as de latéx, silicone, para o dia, para a noite e por idades.
Já nem sei se sou uma futura-mãe-compradora-conscienciosa ou se sou mesmo trenga. Devo situar-me algures no meio. Afinal, ninguém nasce ensinado.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Chatice

Eu não devia ter falado. Muita energia e tal e coiso. Não devia, porque hoje estou com um sono desgraçado. Sono, mesmo sono de quase fechar os olhos sem querer.
Depois esta chuva. Eu até gosto de trabalhar com chuva, mas tenho muito frio. Frio e sono.
Também gostava de ir fazer uma caminhada na praia. Mas com este temporal está fora de questão. Assim, vou ficar enorme.
Com frio, sono e enorme.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

I'm in love with Esperanza



(Para ouvir sem moderação)

Nesting

Ultimamente apoderou-se de mim uma vontade/ necessidade/ sei-lá-eu-o-quê, que me impele a organizar tudo o que me aparece à frente. De repente começa a fazer-me confusão não pendurar toda a roupa, ou ter uma mesa desarrumada. Não ao extremo, claro, que é preciso ir com calma. Já me disseram que é o instinto da nidificação, em que a mãe tem a vontade e a energia de preparar o ninho para o seu filho. 
Dizem também que é a melhor altura para organizar as coisas dos bebés e de deixar assuntos resolvidos.
A verdade é que tenho andado a fazer isso, preparar tudo e encerrar assuntos, para que na altura devida possa dirigir toda a minha atenção para a pimpolha, sem estar a deixar ninguém pendurado. Ou sem me sentir dividida. E mesmo assim, acho que vai haver sempre imprevistos, e chatices e solicitações.
Mas o que eu queria era ter sempre esta genica. Bolas, é que sabe mesmo bem.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

1 ano


Um ano de casamento. Num dia frio, tal como hoje. Há um ano, era um filho o nosso desejo. E hoje voltamos onde há alguns anos tudo começou. Tudo aquilo que deu origem ao dia de há um ano atrás. E ao resto dos nossos dias [esperemos!]

Há um ano foi assim





sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Que nice

Depois disto, o meu médico ligou-me a dizer onde ia passar a dar consultas, a explicar o que aconteceu, e que me continuaria a seguir, caso estivesse interessada.
É para bem mais longe do que o Hospital da Boavista, mas trust me when I say que fiquei contentinha da vida.

"Tristeza não tem fim, felicidade sim"

Lá dizia o Vinicius de Moraes.
Sempre tive tendência para achar que tudo o que me acontecia de bom ou era por mero acaso, ou porque tinha feito um esforço hercúleo para que o desfecho fosse o melhor. Em ambos os casos achava que não era coisa para durar.
Agora, não sei se por força da maternidade, se pelos anos de terapia, ou por tudo isto e porque vou ficando mais velha, e, espero eu, um bocadinho mais sábia, acho que é altura de me deixar de tretas e aproveitar o que de bom me acontece, sem pensar que, se festejar muito, a minha carruagem se vai transformar numa abóbora.
A verdade, é que ultimamente sinto-me muitas vezes feliz. Não aquela felicidade fantasiosa, em que se acredita que a vida é perfeita e vai ser sempre assim. Os meus dias têm tido momentos complicados, mas também têm tido boas surpresas, horas de tranquilidade, horas em que em vez de zanga sinto paz, em vez de pessimismo sinto confiança no futuro, nos outros, mas sobretudo em mim própria.
É por isso que hoje digo que sou feliz. Mas também faço muito mais por isso. E tenho os meus comigo, tenho saúde, tenho força de viver. Tenho uma vida a crescer em mim. E não trocaria isto por nada.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

10 músicas que me fazem muita comichão

Shivaree – Goodnight moon
Vaya com Dios – Don’t cry for Louie
Roxette – Sleeping in my car
Ugly Kid Joe – Everything about you
Radiohead – Creep
Pixies – Here comes your man
James – Born of frustration
Xutos e Pontapés – Maria
James Blunt – You’re beautiful
Maroon 5 – This Love

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Come to mamma

Quero-te no meu guarda-vestidos.

Check!

E lá organizei a caixa do correio. Seleccionei todos os e-mails não lidos, li os que queria, deitei os restantes no lixo virtual. E agora, por ler, tenho... 4. Não os encontro em lado nenhum. Não estão na caixa de entrada, não estão marcados, nada. Não sei deles e continua ali aquele númerozinho irritante. Entretanto descobri que tenho também o Google Docs cheio de docs que não interessam nem ao menino Jesus. 
Mas grão a grão enche a galinha o papo, e eu lá vou levar a água ao meu moinho. Prevejo que daqui a pouco tempo serei a Martha Stewart da organização. Versão sexy, claro.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Urgente

Organizar a caixa de correio electrónico. Tenho 1050 e-mails por ler e já pesquei um atrasado da Lanidor a desejar-me os parabéns e a prometer pontos a dobrar no cartão. Claro que já não vou a tempo de aproveitar. 
Também estou farta de não encontrar nada na carteira, de ter centenas de talões no porta-moedas, e de facturas, livros, bugigangas e cabos, fios e o catano espalhados por aí. Está a chatear-me.
É isto e hoje ter aberto a pestana às 6 da manhã sem mais nem menos. Estou entre o "vou cair para o lado" e o "vai tudo à frente, caraças".
E pronto, enquanto escrevia isto chegaram mais dois e-mails. Fica difícil, assim. Pois fica.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Lavagem cerebral

18.35 h 
Tia O.: Helena, que queres ser quando fores grande?
Helena: Eu quero ser "méquida"!

19.05 h (Após convivência com prima Sara)
Helena: Tia, eu quero ser "dizáina"!

Tomaaaa!

Sucks

Hoje soube que o médico que me tem acompanhado a gravidez deixou de trabalhar no Hospital da Boavista. 
It sucks. Primeiro porque demorei imenso tempo a encontrar um médico em quem confiasse e depois porque ter que mudar de obstetra assim, a meio, e do nada, faz-me sentir meia desamparada.
"Portantos", a consulta que teria na semana que vem mantém-se, mas com uma outra médica. Aceitei porque quero manter os timings das consultas, mas estou contrariada. E acho difícil (até porque nunca tinha acontecido antes) estabelecer uma relação de confiança como a que tinha com o médico anterior. E de cada vez que penso nisto fico lixada. Lixada mesmo.

Habemus Moleskine!

Na Papel & Ca. Já posso voltar a ser uma mulher organizada. Ufa!