quinta-feira, 31 de janeiro de 2013



Vale sempre a pena ir à beira-mar, nem que seja por cinco minutos.
 (A qualidade do vídeo deixa muito a desejar, mas nada a fazer. IPhone, para que te quero!)

Facebook do Vestido, aqui.

*

Caramba, já é quinta-feira. Já a dar uso aos olhos, embora me esteja a baldar à pomada, mas quem é que consegue fazer o que quer que seja com os olhos empastados com gentamicina? Tenho pelo menos dois dias de atraso na minha to do list, mas pelo menos a minha pequenina está de boa saúde e a aguentar-se pela segunda semana consecutiva sem uma virose ou uma chatice qualquer. 
Ter conseguido planear as refeições, ter feito as compras todas de uma vez está a revelar-se uma benção, sobretudo esta semana! É só olhar para o menu, reunir os ingredientes, pôr uma música e começar a tratar do jantar. Às vezes compensa ser a freak das listas, temos tido uns finais de dia muito tranquilos. E por falar em tranquilo, deixa-me andar da perna. Ainda tenho muita coisa para fazer até ao meu próximo momento Masterchef.
A ouvir isto, vai ser fácil fácil.

Facebook do Vestido, aqui.

Gostava de ter descoberto mais cedo




Bom dia!

 Imagem descaradamente roubada daqui.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Minha doce Bárbara

Quando a Bárbara era bebé de dias apenas, tal como todas as mães olhava demoradamente para ela, para ver todos os seus traços, associar aqueles pequeninos gemidos às boquinhas que fazia. Tentar capturar um daqueles sorrisos que apareciam como reflexo mas que eram a coisa mais deliciosa. Numa dessas vezes personifiquei a fada madrinha de varinha de condão, e quis atribuir um dom, o da gentileza. A Bárbara era uma bebé gentil. E eu quero que seja sempre. Já na minha barriga eu achava que ela tinha muita consideração por sua mãe, pois não era uma bebé que pontapeava sem dó nem piedade, mas fazia-se notar, muito graciosa nas suas pancadinhas e eu adorava senti-la, e adorava as conversas que já então tínhamos, só nós as duas. 
Depois, quando já dirigia os seus sorrisos, era generosa, e não havia quem mantivesse uma cara carrancuda perto dela. 
Agora que está a quatro meses dos dois anos, é muito mais uma menina do que um bebé. Uma menina que tem a sua personalidade. Eu detesto ouvir "A "X" tem uma personalidade muito forte!" Bah, tretas. Para mim isso é o mesmo que dizer que a "X" está a ficar uma pequena pestinha sem ninguém que lhe meta um travão. 
Eu fui como que surpreendida com a primeira birra da Bárbara. Na minha fantasia ela ia ser sempre aquela menina sorridente e fácil de cuidar. Quando passou a dar muita luta numa simples muda de fralda, quando começou a atirar-se para o chão por querer o iPad, não foi imediato perceber que ela não era assim, que ela não era agora uma menina má. Mas que era uma nova fase, a fase da omnipotência, do "quero, posso e mando e ai de quem não me fizer a vontade". E não tem sido fácil. 
Por haver dias que começam em desânimo com uma menina com má cara ainda antes de a tirar da cama. Que chora porque não quer largar a escova de dentes, porque quer ir brincar em vez de vestir a bata, que quer maçã e bolacha e pão com manteiga e água, tudo no minuto em que estamos a sair de casa. Porque no meio disto tudo tenho que perceber que não estamos a travar uma guerra e ela não é minha inimiga. Bom, talvez tenha os meus próprios problemas de Ego para resolver. Mas no meu íntimo, às vezes é o que sinto. 
Mas acho que tem corrido bem. Não sou a implacável bruxa do "Não", nem a frouxa do deixa andar. Temos conseguido um bom equilíbrio entre o que pode e não pode, o que deve e não deve, quando e como. É muito gratificante este papel, devo dizer. Ainda que difícil, ainda que por vezes tenha medo que ela goste menos de mim. Mas depois tenho a prova de que não é assim, muito pelo contrário. Em dias como o de hoje, em que acorda abraçada à Lala e ao Urso, e os quer trazer para mudar a fralda e beber o leite. Em que me dá o melhor sorriso do mundo, um beijo e umas pequenas e doces mãos na minha cara e no meu cabelo. Em que conversa comigo, me faz perguntas, me conta histórias na sua língua.
Em dias como este sei que estou a fazer um bom trabalho, reúno forças para os dias menos bons, vejo a vida sem nuvens negras e sem óculos cor-de-rosa. Vejo a realidade. Tenho para mim, que a melhor maneira de ver as coisas é vê-las mesmo assim: tal e qual como elas são.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

20 Meses

Coisa Mais Linda


Coisa mais bonita é você, assim, justinho você


Eu juro, eu não sei por que você



Você é mais bonita que a flor, quem dera, a primavera da flor,


Tivesse todo esse aroma de beleza, que é o amor
(...)
Porque tão linda assim não existe, a flor, nem mesmo a cor não existe,


E o amor, nem mesmo o amor existe






João Gilberto, Coisa Mais Linda

É que só a mim

Depois de o meu homem ter visto o meu ar desesperado de ontem, com umas olheiras até à barriga e sem conseguir focar direito, decidiu acampar e dormir no quarto da B. para ver se com companhia, ela passava melhor a noite. Eu fiquei na nossa cama, quente e fofa, a dormir o sono dos justos. Quase, porque estou programada para acordar uma ou duas vezes, can't help it. Tudo seria maravilhoso, pois não a ouvi toda a noite, se eu não tivesse acordado com os dois olhos colados por remelas pegajosas. E então aqui estou eu,  a lutar para manter os olhos (cheios de pomada) abertos, a lavar as mãos sempre que toco na cara, com o saco do ginásio à porta mais uma vez, com a lista de tarefas sem riscos e vistos e com um melão gigantone no lugar da cabeça. 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Sleep tight


Já está. Depois de um dia planeado ao milímetro, chegou a hora de descansar. Um saco de água quente, um chá de menta, um episódio da 5ª temporada de Gossip Girl, mais umas páginas do "meu" Monte dos Vendavais e depois, esperemos, uma boa noite de sono. 
Sabe Deus como estou precisada.

Insta 365 :: Semana 4

#21


Regresso ao infantário, esperando algumas tréguas por parte das ites.


#22


Neste dia, só não voei por sorte.


#23


Pappa bear fica com a cria e mamma bear vai caçar o jantar.


#24


Ponho e disponho.


#25


Salada de rúcula com alcaparras, lascas de parmesão, azeite da sogra, sal e vinagre balsâmico.


#26


Parabéns, querido J., pelo primeiro aniversário.


#27


Será que esta semana que volto ao Power Jump? Não sei se o meu coração aguenta.

Nem sempre calha bem

Vim procurar um sítio sossegado para trabalhar fora de casa. Preciso de máxima concentração e hoje queria sentir-me acompanhada. E concentro-me em sítios onde há mais gente. Mas ao meu lado veio parar um grupo de mulheres revoltadas com a vida. São dez a contar episódios que metem cunhados, e enteados e polícia. Muita agressividade latente, aqui do meu lado direito. Better watch out.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Primeiro parágrafo

"1801. Acabo de regressar de uma visita ao meu senhorio. O vizinho insociável que me causará aborrecimentos. Esta é, sem dúvida, uma bela região! Acho que não conseguiria encontrar em toda a Inglaterra um lugar tão completamente afastado do tumulto da sociedade. O perfeito paraíso do misantropo - e Mr. Heathcliff e eu formamos um par muito adequado para dividirmos a desolação entre nós. Um excelente tipo! Nem imaginou como o meu coração pendeu para ele quando vi os seus olhos pretos ocultarem-se tão desconfiadamente sob as sobrancelhas, ao ver-me aproximar a cavalo, e quando os seus dedos, com uma resolução ciosa, se afundaram ainda mais nos bolsos do colete, ao ouvir-me anunciar o meu nome."

O Monte dos Vendavais, Emily Bronte

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Inverno



Desde segunda-feira que não páro de ter frio. Com, sem casaco, lá fora ou dentro de casa, de noite e de dia. Tenho os pés sempre gelados e sempre a sensação de ter o corpo em arrepio. 
E estou vagarosa, como dizia a irmã Rosa, quando andava no colégio, "A Sarinha é muito vagarosa para comer". Sempre fui. Gosto de comer devagar. Mas não é esse tipo de vagar. É mesmo a velocidade a que o corpo se permite mover. Diria que também tenho o cérebro congelado. E muito sono, mas isso é do anti-histamínico. Também ando a anti-inflamatório, para a garganta. E irrita-me que tenha que tomar medicamentos em saquetas. Epá, filhos, sabeis o que são comprimidos? Está bem, actua mais depressa, eu percebo. Mas e o sabor daquilo? I die. E não é o I die da Rachel Zoe perante um Marchesa, é de ficar com a boca anestesiada.
E é por estas e por outras que a ânsia do Verão que só costuma aparecer em Abril ou Maio, já me começa a apoquentar. Eu quero areia e vestidos flutuantes, pegar na B. descalça, pôr-lhe um chapéu e irmos beira-mar fora, atrás do pai que vai a tirar fotografias das gaivotas. Se não for pedir muito.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

O bolo

Acho que tenho algum jeito para cozinhar. Tenho os meus espalhanços, há coisas que Deus me livre, mas tenho alguma noção de como conjugar sabores, temperos, que ervas aromáticas usar, e acabo por me safar muito bem nas pastas, nos risottos, em pratos com legumes, lasanhas. Só há pouco tempo é que aprendi a fazer um arroz decente, um que não fique empapado e insípido. Vou melhorando.
Se me quero espalhar ao comprido, é só meter-me a fazer um bolo, ou cupckaes, ou coisas assim. E o forno cá de casa é simplesmente... estúpido. Se a receita diz para o ligar a 200ºC, já sei que só posso pôr no máximo a 100ºC, senão tenho tudo queimado em minutos. Detesto-o. Tenho um bem melhor encostado, que comprei para o meu primeiro apartamento, mas só a trabalheira para trocar desencoraja-me.
Hoje apeteceu-me fazer bolo, o deste dia, porque sim, porque chovem cães e gatos, e está frio e é bom para acompanhar o chá. A massa do bolo não dava para errar, era só misturar e bater. Não tem ciência. Mas a cobertura, tinha que ser snobismo meu, um glacé feito com a minha batedeira, e uma clara de ovo e açúcar em pó e sumo de limão e ficou para ali uma papa a saber quase só a açúcar em pó. Resultou muito melhor na Bimby da minha mãe. E já agora, EU QUERO UMA BIMBY, ouviste mãe? Please please please...
Estou sem vontade de provar. Nunca mais faço bolos.




segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Ainda não é hoje que vou falar do meu shampoo

As primeiras semanas da Bárbara no infantário correram muito bem, quer em termos de horários, quer de adaptação. Foi sempre uma menina valente, chorou nos dois primeiros dias, depois ficou sempre muito bem nos braços da D. Os horários também eram sempre cumpridos por nós, levantávamo-nos muito cedo, preparávamos tudo com calma e chegávamos antes das 9 horas, tal como nos era pedido. 
A grande dificuldade partiu de mim, porque desorganizada como sou, quando soube que tinha que ter sempre duas mudas de roupa impec para ter lá no colégio, x fraldas, x pacotes de toalhitas, mais isto e mais aquilo e a caderneta sempre na mochila, e um saco para a roupa suja, de modo que ficava um bocado aflita, achava uma comidela de cabeça estar sempre em cima do assunto. Mas foi correndo bem, ainda havia calor, dias grandes, pouco cansaço. 
A partir de uma certa altura, a coisa descambou. Primeiro foi a mudança de casa e as primeiras noites muito mal dormidas à conta da adaptação ao quarto novo, e o desconhecimento do trânsito a partir da casa nova, mas raramente chegámos depois das 9h.
Chegou o frio, chegaram as viroses. As ites, as malfadas ites! E estamos cansados. Dormimos mal, dormimos pouco. E desde o início de Dezembro que acordamos no limite, e no limite saimos de casa. E isto tem muito que se lhe diga, porque nós já começamos o dia em tensão, a Bárbara sai de casa visivelmente insatisfeita com aquela pressa toda, ela que gosta de dizer bom dia aos popós, quando abrimos a persiana, e de ouvir a previsão metereológica feita pela mãe e até sentar-se um bocadinho à mesa connosco a comer pão com "tei". Não tem dado para isto. E é pena.
Hoje recebemos um recado do colégio, uma nota para os pais a reforçar a importância da pontualidade. Nós temos amigos cujos filhos entram às 10 da manhã, ou que têm uma espécie de liberdade de entrar até às 9h 30m, por exemplo. Onde a Bárbara está não é assim. Pedem-nos que deixemos as crianças às 8.45h, 8.50h, para que às 9h estejam a dar início às actividades, que começam sempre com uma canção de bons dias. É um horário complicado, para nós que temos andado com (muitas) horas de sono a menos, agastados por tantas maleitas. Mas temos que respeitar e a mim até me dá um jeitaço, para ir de seguidinha para o ginásio. 
Eu acho bem que não facilitem e aceito o puxão de orelhas e a "ameaça" de começarem a fechar o portão às 9.15h. As educadoras dizem que este aviso diz respeito a uma minoria de pais e eu fico incomodada por ter enfiado a carapuça. Mas há que dar bons exemplos, ser pontual é tão importante e tão desvalorizado. Para além disso, fico muito mais descansada por saber que a Bárbara chega com calma, ambienta-se e se integra no grupo grande, ao invés de chegar à pressa a meio de qualquer coisa.
Da minha parte comprometo-me a não deixar que estes atrasos se prolonguem, para bem de todos. Para começar, a B. adormeceu cedo, e já está tudo preparado para amanhã, mochila e roupas.
Fiz mea culpa, agora é só não voltar a pecar. Amen.

Os três últimos dias

Nem o alerta vermelho nos assustou e abalámos para o countryside. Era a festa, e festa é festa. Nada de rede, nada de internet, nem sms's, nem telefonemas, estávamos oficialmente incontactáveis. Não pudemos pedir café, nem descafeinado, nem pão com chouriço (whaaaaat?), porque a tempestade fez das suas, mas não conseguiu calar o senhor do one man show que animou o baile da terra. Ah, e o marido puxou-me para dançar duas ou três danças daquelas pimbalhuças*, mas caraças, aquilo faz doer as ancas. E ri-me tanto. Anyway. Deitei-me às duas, adormeci às cinco e acordei às oito. 
O Domingo passou a chover, não houve procissão. Mas houve um dia aconchegado, sempre no quente da lareira. Custa-me caro, venho sempre doente.
Hoje a B. foi para o infantário, e ficámos com a sensação de que nos faltava muito cá em casa. Depois destas semanas todas de maleitas e recolhida, agora até me sinto como que desorientada, apesar de ter umas trinta mil coisas para fazer. Nunca estamos bem. E eu que hoje já tinha o saco do ginásio à porta estou a Ilvicos, febril e a ponderar ir ao médico. E como hoje quero enroscar-me cedo, no sofá a ver uma série ou na cama a ler, aposto que vou ter fandango no quarto da piquena. É sempre assim. Porque é que hoje haveria de ser diferente?

*O marido apostou comigo que eu não era capaz de dizer isto num post. 

Insta 365 :: Semana 3

 #14


Dia de anos é dia de prendas.

#15


A terminar o "Tauuuuuuu". Ainda hoje me pergunta pelo Tauuuu.


#16


Conjuntivite malvada.


#17


Enquanto a chuva cai e a B. dorme a sesta.

#18


Os meus pretinhos. E como já não se seguram em pé, vou emoldurá-los.


#19


O piiiiiniiiin! Amor à primeira vista.


#20


Chove (muito) lá fora. E este bailado que passou na TV prendeu-a mais
do que o Pocoyo, ou a Peppa Pig.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Um dia destes hei-de falar-vos do meu shampoo

Com este temporal assustador, o que apetece é estar em casa e nem sequer pôr o nariz lá fora. Mas depois de uma semana muito caseira, estamos de abalada (com muito cuidadinho) para o countryside, que amanhã é dia de festa por lá. E ainda bem, senão os meus instagrams vão ser só de interiores. No can do. E talvez saque uma da procissão.Ou dos gaiteiros. Ah, e quero ver se trago uns galhos.
Já fiz máquinas de roupa, já deixei tudo em ordem para segunda-feira, já fiz compras. E já tentei arranjar a persiana da sala que ficou romba com o vento. Btw, não consegui. Encravou, a pobre. E é eléctrica, boa! Estou tão contente, ié.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Potty training

Ainda não faço a mínima ideia de como se faz. Mas já nos falaram no infantário que se quisermos, começam a tirar as fraldas à Bárbara lá para Março, que nessa altura terá quase 2 anos. Parece-me bem. Por acaso (ou não), ela anda muito interessada num link do youtube que acho horrendo, de um bebé no pote a cantar uma versão de It's my party (potty)  and I cry if I want to. Estará ela a tentar dizer-nos alguma coisa? (giggles!)
Anyway, começou cá em casa o debate sobre se vamos optar pelo redutor na sanita, ou pelo pote, ou pelos dois. Ainda não li nada sobre isto, a não ser uma ou outra opinião. Estamos a meio de Janeiro, portanto vou começar a ver o que dizem os entendidos na matéria, falar com amigas mais experientes, para ver qual a melhor solução. Mais um passo no crescimento da nossa filhota, isto é galopante.
Assim em jeito de motivação, andei a ver estes potes, da marca da banheira dela que btw adorei usar.
São os dois giros, não são? Até que são. Crap!



Ideias muito boas

 Gosto do padrão de quadrados repetido "aqui e ali".

As letras assim, grandes. Assumidas. Mas onde encontrar?

Uma composição de molduras aparentemente aleatória. Faz-me pensar que já posso utilizar estas libelinhas para fazer um efeito semelhante ao das borboletas. 

  A-do-ro. Que delícia esta parede.


 Mais ideias aqui.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Help!

Com os meus pais também engripados tenho passado os dias inteiros em casa com a B. Não sabe nada mal, vemos a chuva cair lá fora, mas cá dentro há música, há bonecos, há brincadeiras. Mas eu preciso muito, mas mesmo muito de me dedicar ao trabalho, e a alguns projectos pessoais. 
Se eu andar pela casa a fazer camas, ou a lavar a louça do pequeno-almoço, a passar a ferro ou a estender roupa, a B. já se entretém bastante com o iPad, ou com os livros, nem tanto com os brinquedos, não lhes liga. Mas é só sentar-me com o computador à frente, que vem logo de anteninhas no ar, pedir colo, pedir para mexer e não dá sequer para começar a trabalhar. Tem que haver uma solução qualquer para conseguir fazer alguma coisa, sem ser só enquanto ela dorme a sesta.
O lado bom da coisa é que a casa vai ficando cada vez mais cuidada, mais organizada. Quando nos mudámos estávamos tão fartos de caixotes, que nem fomos muito cuidadosos com os sítios das coisas.
Pensando positivo há-de tudo resolver-se. As ites vão de férias, têm que ir, de mala e cuia! Se alguém tiver ideias das boas para entreter uma doce menina, para a mãezinha dela poder ter duas horinhas de sossego a trabalhar, partilhe por favor. Muito agradecida!

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

As ites

Depois da amigdal-ite, da ot-ite, da gastroenter-ite, é a vez da conjuntiv-ite da treta que veio perturbar a nossa paz. Que colecção, a da minha pequena! Prefiro-a mil vezes feliz e saudável, ainda que oito horas separada de mim. Felizmente nem a maleita lhe tira a boa disposição, nem nos impede de sair, ainda que com alguns cuidados. Por isso ontem o meu dia de anos decorreu tranquilo e feliz, e hoje saímos para ir buscar o mobile para o quarto dela, que já está montado e instalado. Seguem-se os splash's de cor para alegrar ainda mais o mundo da pequena Bárbara.


36

Mesmo mesmo no fim, este meu dia de aniversário a 14. Mais perto dos 40 do que dos 30.
Happy birthday to me!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Insta 365 :: Semana 2

#08

Esta devia ser a vista da minha casa, não do parque de estacionamento.


#09

A tentar redecorar o hall.


#10

Fim de tarde, praia, chá de menta.


#11

Quero!


#12

 Combat ao sábado com a minha amiga S.

#13

E o Domingo a começar num dos meus novos sítios preferidos:
 




domingo, 13 de janeiro de 2013

Estou quase decidida


O meu cabelo está compridão, e eu cheia de vontade de voltar à franja. O que me faz ficar indecisa não é a franja, não saber se vou gostar, se vou adaptar-me. Já sei que gosto de ver em mim, acho que até me favorece, gosto do meu ar quando tenho franja. Mas também gosto de me ver assim, com melena grande, que se quiser puxo para trás, prendo, faço um puxo, ou deixo solto, meio selvagem. No Inverno adoro a franja, dá um ar cosy, aquece. No Verão, gosto do cabelão, de estar na praia e poder prendê-lo para receber o sol na cara. Se ao menos crescesse suficientemente depressa para ter as duas coisas. Assim, vou continuar na minha indecisão por mais um bocado.

 Mais inspirações aqui.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Está tudo no equilíbrio ou as leituras do marido dão muito jeito

(...) Um bebé não precisa de uma "mãe perfeita" que satisfaça todas as suas necessidades, nem de uma mãe que providencie, no sentido de FAZER, todas as satisfações pulsionais, mas precisa sim de uma mãe "suficientemente boa", isto é, uma mãe que ao mesmo tempo "É" e "FAZ", ou seja, alguém que possa ter uma relação viva com a criança, a ponto de se preocupar o bastante para perceber o momento de suprir e frustrar, para possibilitar experiências de suprimento e frustração suportáveis, para que o bebé se integre como pessoa, inicie e desenvolva a sua relação com a realidade.

Winnicott, texto adaptado

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Até ver


Correu bem a segunda semana do ano. Cinco dias de infantário e não fomos mais chamados a meio do dia. Mas têm sido todos diferentes, no que diz respeito a little miss B. Uns dias acorda mal disposta, noutros, cheia de sorrisos. Uns dias, vem exausta para casa, noutros, cheia de pilhas. Uns dias come bem, noutros não come nada, e tem dias em que come este mundo e o outro (note to self: fazer uma lista de dúvidas deste género para a consulta dos 21 meses). Nuns dias adormece mal a deito na cama, noutros dias, adormeço eu primeiro deitada no tapete do quarto dela. Por isso temos tentado manter o mesmo ritmo todos os dias. Chegar, lanchar, brincar, banho, jantar, deitar. Se há um mês ela andava sempre atrás de nós a pedir histórias, agora quer leitinho directo. Sempre em mudança. Mas diz muito bem o que quer, e eu gosto disso. A minha rica filha.
Diria que esta semana foi revigorante. Ela voltou às brincadeiras, às rotinas, à disciplina. Nós voltamos às nossas tarefas. A nossa casa está bem mais organizada, andamos mais descansados, e por isso com muitos assuntos em dia. Recomecei a ir ao ginásio, e mesmo faltando algumas coisas para estar tudo actualizado, a vida começa a entrar nos eixos. Mas o melhor de tudo é ver a bebé saudável. Brincar com ela, alimentá-la, cuidá-la, mimá-la. Com as birras podemos bem. Sim, podemos. Quase sempre (glup).

O desafio fotográfico

Abundam pela blogosfera os desafios de fotografia. Uma imagem por dia, uma por semana, dez a cada dia 10, and so on, and so on. Eu adoro a ideia, e no ano passado tentei manter um registo diário, sem um tema específico, mas compliquei. Quis tratar as imagens, quis dar-lhes uma moldura e isso implicava tempo com edição. Implicava ter sempre pilhas na máquina fotográfica, implicava saber sempre onde parava o cabo ou o adaptador do cartão para descarregar as fotos. Porque é o meu tipo preferido, ter fotos grandes, luminosas. Mas eu não sou o tipo organizado. Too bad.
E então é assim. Vamos ter uma foto por dia. 365. À segunda-feira publico sete fotos da semana anterior.  Instagram. Porquê? Está sempre no telemóvel e este está (quase) sempre comigo. Os filtros são apetecíveis, apesar de a câmara do meu Samsung ser uma bela piiiiiiiiiiiiiiii. Mas assim sinto-me capaz.
Let's keep it simple, shall we? 


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Insta report

#03


Animal Print para mini pessoas? Não me parece.


#04


Já não usava este casaco desde 2010.


#05




#06


Domingo foi dia de ir matar saudades do nosso mar.


#07


 Shopping for hubby.