terça-feira, 10 de abril de 2012

Ai


Que eu agora babei-me tanto.

Mais cedo ou mais tarde

Este blogue vai mudar de cara.
Por enquanto, chove. Mas quem disse que a chuva é uma coisa má? 

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Estou tramada

É a segunda vez que me inscrevo neste ginásio. Da primeira vez andei lá 3 anos. E comigo andava uma amiga minha, que ainda continua.
Mandei-lhe então uma sms a dizer que íamos voltar a ser companheiras de workout. Resposta dela: "Amanhã body combat às 19.45. Conto contigo!" Oi? Eu, que não me mexo decentemente desde o século passado vou começar logo com body combat? Mas eu não acabei de dizer há um post atrás, que ia começar com uma aulinha simpática de Pilates? Ela não leu, concerteza.
Só que agora fiquei com vontade de ir. Mas, e se me dá uma coisinha má? Não sei não. Amanhã logo se verá.

Páscoa Feliz

Desde a última vez que por cá passei, parece que já passou uma semana daquelas bem compridas. Mas não, foram 3 dias muito, muitíssimo intensos. A Páscoa foi muito especial, marcada pelo baptizado da B, no sábado à noite. Correu muito bem, a celebração durou nada mais nada menos do que 3 horas (eu já sabia) e a menina portou-se à altura. Estava lindíssima, na hora do baptismo fez rir toda a gente, e no resto do tempo bateu palmas, confraternizou, não parou quieta até adormecer de exaustão.
Hoje, apesar de meio mundo não trabalhar, tenho que voltar à labuta, como quem diz, à paginação do livro. Já faltou mais, bem mais, mas ainda tenho muito trabalho pela frente.
E, tal como tinha falado, tcharan!, inscrevi-me no ginásio. O leque de aulas é e-nor-me, mas ainda não me sinto com coragem para me atirar já a combats e afins. Vamos começar com calma, em princípio com uma aula de pilates amanhã. Entretanto vou ter a avaliação física e já saberei que tipo de exercício devo fazer nesta altura. Que estou precisada, estou. Se estou. Tenho aqui as minhas costas a gritar por ajuda. Aliás, toda eu preciso de actividade.
De modos que vou-me já atracar ao livro e tentar tirar o máximo proveito da tarde. Preciso muito de descansar os ossinhos, mas ainda não vai ser hoje. Bummer.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Decisões

Hoje, e porque tinha mesmo que ser, porque enquanto estiver em modo lontra não gosto de fazer compras, fui tratar do vestido para o baptizado. Fiquei tão fascinada com a Zara, no outro dia, que fui lá direitinha. Hoje já não estava tão encantadora. Tinha muita gente e a roupa já andava para lá toda amontoada.
Anyway, experimentei um vestido verde-água que tinha em mente e  ficou... mais ou  menos. Uma das empregadas da loja também achou e vai daí começa a trazer-me vestidos e mais vestidos (inédito) e blazers a combinar. Saí de lá com um vestido preto (só podia!) e com um casaquinho encantador que já me imagino a usar de outras formas que não têm nada a  ver com ocasiões formais. Gostava de ter fugido ao preto desta vez, mas deu dez a zero ao verde, não houve hipótese. Ficam prometidas as fotos do modelito.
Nos entretantos, e como neste momento compras equivalem a angústia para mim, estou a ponderar voltar ao ginásio. Adoro as minhas caminhadas ao ar livre, mas está a faltar-me a motivação, não tenho conseguido cumprir, e não sei se resolvo o meu problema só a caminhar. 
O marido diz que nos meus tempos de ginásio eu andava mais bonita, enérgica e bem disposta. Foi ele que me convenceu a inscrever-me da primeira vez e agora anda a ver se me convence uma segunda. E eu fiquei entusiasmada, com a ideia de voltar a ficar em forma, com a memória das aulas de grupo, como bem estar que sentia depois. E quanto mais penso nisso, mais me apetece ir inscrever-me já amanhã. Não se admirem se amanhã já vier cá mostrar o horário das aulas. Não se admirem.


quarta-feira, 4 de abril de 2012

Factos de uma quarta-feira #01

Eu não sei como é que me meto nestas situações. É que não sei. 
Estou a dois dias do baptizado da B., ainda não comecei a preparar nada, a não ser a roupa dela e mesmo assim ainda faltam as meias, ainda não sei o que vou vestir, porque não consigo enfiar o meu corpinho de baleia nos meus vestidos, não fiz compras, e estou cheia de trabalho até aos olhinhos. É que quase nem tenho tempo de respirar. Para ajudar à festa, ando com insónias. Do género, se a Bárbara acorda durante a noite, quando volto a deitar-me, raramente consigo voltar a adormecer.
A minha cara não tem explicação. O tapa-olheiras já foi para a lista de compras. Esta semana não fiz uma única caminhada. As minhas costas estão contraídas e duras que nem pedras. Mas preciso mesmo de acabar um trabalho que tem que estar impresso no dia 15. Oh God... 
O que é me anima no meio disto tudo? Estou a fazer o que gosto. Aleluia, irmão. Estou a dar mais uns passos na direcção que quero seguir. Ainda tenho muito para andar, muito para conquistar. Mas está a ser um começo. E com os devidos ajustes, com bastante dedicação, hei-de conseguir montar o puzzle que é a minha vida. Como o são todas as vidas.

domingo, 1 de abril de 2012

Dia das Mentiras

Eu como tenho um bocado a mania, não dou grande importância por exemplo, ao Carnaval (traumático), ao Halloween e ao Dia das Mentiras.
O de hoje então, passou-me completamente ao lado. Mas também nunca foi especialmente marcante. 
A mentira mais bem contada e com a qual ainda me rio como naquele dia, foi há uns anos atrás e foi proferida pela boca do meu marido, então namorado (à distância). Ah, antes de mais preciso de contextualizar a história. Ele vivia numa aldeia perto de Coimbra e os pais criam alguns animais como galinhas, coelhos e um porco. Era fim-de-semana, e era a sua vez de vir ter comigo ao Porto. Estava quase na hora em que era suposto ele chegar, quando me liga.
- Sara, nem imaginas o que aconteceu. A porca, não sei como, entrou cá em casa, a na fuga entrou no meu quarto e chafurdou-me a roupa toda. Não tenho nada para vestir, já viste? Agora estou à espera que a roupa seque para ir ter contigo. Vou chegar mais tarde, está bem?
- Epá, que azar. Como é que ela foi entrar logo no teu quarto? (Eu já a imaginar as curvas que a porca teve que fazer para lá entrar) Então vá, pronto, vem quando puderes.
E foi assim fiquei umas 2 horas na ignorância, até ele me dizer que tinha sido a partida do Dia das Mentiras. 
Acho que se não mo tivesse dito, ainda hoje acreditava que o miúdo tinha ficado com a roupa toda enlameada com o quarto todo sujo, revirado e a cheirar a merda.