Mostrar mensagens com a etiqueta Sugar baby. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sugar baby. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013



Vale sempre a pena ir à beira-mar, nem que seja por cinco minutos.
 (A qualidade do vídeo deixa muito a desejar, mas nada a fazer. IPhone, para que te quero!)

Facebook do Vestido, aqui.

sábado, 8 de setembro de 2012

Onze


Foi em Setembro de 2001 que tudo começou. Eu só o tinha visto uma vez, dois meses antes. Nesse dia, olhou-me de alto a baixo, com uma lata do caraças. Nem sabia se estava chocada ou lisonjeada. Tinha ar de miúdo, meio achinesado e cheirava a Contradiction, da Calvin Klein. Aquele perfume deixava-me com vontade de o devorar. Mas só muito mais tarde lho disse. 
Quando tudo começou, eu estava na casa de uma amiga na Torreira, e ele foi lá ter. Era tão tímido que se sentou no sofá a folhear a Máxima umas 35 vezes. Fiquei rendida.
Foram uns bons anos a namorar à distância, houve alturas muito difíceis para mim, ele muitas vezes levou por tabela, e nem sei como é que não se "desapaixonou". Perguntava-me o que raio via ele em mim. Mas esteve lá, sempre. E eu para ele.
E agora cá estamos. Até vamos festejar ao sítio onde tudo começou. Nessa altura nem me passava pela cabeça que onze anos depois íamos estar casados e com uma filha. Eu sempre achei que ia ficar para tia. A sério. Ainda bem que estava enganada. Claro que também ajudou eu ser mesmo bué da gira, e não ser melga, ciumenta ou perguntadeira.
Sei que ele vai ler isto e rebolar os olhos. Ou então dizer "ya, eras uma bitch". Mas não importa. Eu digo na mesma: Amo-te muito, bitchy caramel. Muito muito muito, coisinha linda.

sábado, 18 de agosto de 2012

Carta ao marido

Babe,

Eu hoje não estou num dos meus melhores dias, o que é estúpido, porque esteve um dia fa-bu-lo-so e é o teu aniversário. Hoje merecias melhor, que eu sei que tenho sido uma CHATA. Mas adoro-te.
Parabéns, my love.

segunda-feira, 19 de março de 2012

O primeiro Dia do Pai


Não sei que importância tem ao certo este dia para ele, que é todo anti-lamechices e coisinhas fofas. Hoje quando lhe desejei um feliz dia, ele disse " Ai hoje é o dia do Pai?", como se eu lhe dissesse que hoje é o Dia Internacional dos Leões Marinhos. A verdade é que tem-se saído muito bem neste novo e grande papel. Digo eu. Se é um pai todo beijinhos, todo abracinhos e cutchi cutchi? Não é. Se eu gostava que fosse? Talvez. Mas não é isso que define um bom Pai. E esses requisitos ele cumpre, na maior.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Uma segunda-feira diferente

Começou mal. 
O meu computador está altamente infectado, trojanado e sei lá mais o quê, e nem o teclado nem o pad funcionam. Por essa razão, não consigo publicar as photos 366 dos últimos dias. E nem trabalhar. Enquanto o meu portátil não estiver limpinho da silva, vou escrevendo do computador do marido.

E por falar em marido, hoje é o nosso segundo aniversário de casamento. 
Há precisamente dois anos, a esta hora, estava a subir a grande escadaria para entrar na igreja. Ouvi o magnífico som do órgão cá fora, a marcha nupcial (o organista era fa-bu-lo-so) e fiquei toda arrepiada e comovida e nervosa e feliz e tudo e tudo. Foi um dia muito especial, escusado será dizer. Seguido de outros dois num hotel lindíssimo a fazer nada, a descansar e a pensar na nossa ida para Paris, onde fomos muito felizes. (suspiro)
Apesar de nem todos os dias serem fáceis, e de toda esta instabilidade e crise que acaba por nos afectar e muito, de termos uma bebé pequenina que exige muito do nosso esforço, paciência e nos deixa pouco tempo para os dois, posso considerar-me uma mulher de muita sorte pelo marido que tenho.E apesar de ralhar muito (sei que sou chatinha às vezes, mas, em minha defesa, quando sou um doce sou mesmo um doce), esforço-me muito por cuidar da minha família. (Quando ele ler isto, até vai rebolar os olhos, depois vai olhar para mim e fazer olhar à Bruce Willis.)

Maneiras que hoje é dia de comemorar. E de recordar e de ter esperança no futuro. E que estes dois anos se multipliquem por muitos. Cheers!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A felicidade é uma gota de orvalho numa pétala de flor

Levanto-me às oito da manhã mas não consigo tomar o pequeno-almoço antes das onze, tomo banhos de três minutos, tenho as costas feitas num oito. Os meus dias consistem em dar de mamar, mudar fralda, dar banho, brincar, adormecer e dar colinho, dar de mamar, mudar fralda, dar banho, brincar, adormecer e dar colinho, e enquanto ela dorme, tratar de assuntos vários ou tentar trabalhar, ou matar a fome ou a sede. 
Para onde vou, a B. vai comigo e se tiver que ir a cinco sítios, cinco vezes coloco o babycoque no carro, desmonto o chassis, monto o chassis e retiro o babycoque do carro. Já conheço todos os fraldários de todos os shoppings onde vou, e por vezes cheirei cocós muito malcheirosos (de outras crianças assim para o maiorzitas).
Levo-a ao bar da praia, ao restaurante, ao mecânico, a todo o lado.
Durmo pouco, como pouco, trato-me pouco e tenho dias em que nem me olho ao espelho.
Mas nunca, nunca, nunca fui tão feliz.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

1 ano


Um ano de casamento. Num dia frio, tal como hoje. Há um ano, era um filho o nosso desejo. E hoje voltamos onde há alguns anos tudo começou. Tudo aquilo que deu origem ao dia de há um ano atrás. E ao resto dos nossos dias [esperemos!]

sábado, 13 de novembro de 2010

O nome daqueles

Para mim é muito mais do que um livro, porque antes de o ver assim, bonito, paginado, vi-lhe as palavras serem escritas em muitas noites, aquelas noites em que quando tu escreves, eu não falo e a gata não mia. E tu atreves-te a escrever assim, tens cá um desplante! Depois perguntas-me o que eu acho e eu só consigo dizer: é muito bom, gosto muito, está demais, ou fogo!..., mas isto soa-me a pouco inteligente perante aquelas palavras, escritas daquela maneira. É que se um conto teu tivesse correspondência material com uma obra minha, isso queria dizer que eu conseguia construir uma Sagrada Família ou uma Ópera de Sidney assim nas calmas e isso eu não sei se conseguiria aguentar. E como eu te conheço bem deveria ser capaz de dizer algo mais elaborado, digo eu.
Só que hoje foi o dia de estares ali sentado a dizer "eu fiz isto" e eu fiquei mesmo a rebentar de orgulho, muito muito feliz por ti. E ainda bem que tinhas ali duas pessoas ao lado para dizerem aos outros que bem que escreves de uma forma tão brilhante e eloquente.
De mim vais ter que continuar a contentar-te com um "Xinapá!". 
Sincero e do fundo do coração, isso posso garantir-te.

sábado, 9 de outubro de 2010

"Talvez alguém se lembre ainda de nós"

É sábado e estamos adoentados. A Penélope, ora dormita, ora mira pela janela e nós... nós navegamos sentados no sofá. Muitas vezes penso que é um desperdício de tempo ficar em casa. Sobretudo na nossa pequena casa e com tanta cidade lá fora. Mas hoje tossimos, fungamos e até comemos canja ao almoço. Por isso, hoje, não há melhor lugar para estar do que no nosso sofá, metade para cada um, os meus pés no colo dele, e os pés dele apontados para a televisão que não passa nada de especial, hoje, logo hoje.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

6!

A brincar a brincar, passou-se meio ano de casamento. Seis meses depois, olho para trás, para aquele dia de Fevereiro frio, gelado, e vejo o dia mais feliz e solarengo da minha vida. I love you, Bitchy Caramel!

sábado, 3 de julho de 2010

Do baptizado da M.

Eu: Achas que leve este vestido?
Ele: Sim, é muito bonito.
Eu: Não é muito formal?
Ele: Não, afinal é quando a criança vai ser entregue a Nosso Senhor Pai... ou Nosso Senhor Jesus Cristo? Diz-se Nosso Senhor Jesus Cristo ou só Jesus Cristo?
Eu: Errrrr...
Ele: Ah pois, é aquilo do três em um...