quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Ainda do Biggest Loser

Hoje recebi duas mensagens no telemóvel. Uma do ginásio que frequento a dizer que esperam por mim (não tenho sido muito assídua) e outra da Sport Zone a comunicar que estão em promoções.
Isto soa-me a conspiração.
Estou aqui estou a ser convidada a participar no Biggest Loser português, querem ver?

Do Biggest Loser

Foi lindo, lindo de ver a equipa preta ganhar à azul, ontem. Primeiro, porque a Vicky, da equipa azul mostrou-se completamente desinteressada do prémio, que eram vídeos da família, e por isso, achou-se no direito de não fazer um caracol pela sua equipa. Mas triste, triste foi ver a equipa azul a tentar desconcentrar os adversários por puro despeito: Ah e tal, nós não nos esforçamos, mas vocês também não ganham. Ah e tal, afinal não é assim tão difícil, queremos tentar outra vez. Caiam todos depressa para podermos voltar a entrar em jogo. 
Mas a Renee deu o litro e chegou às vinte e cinco voltas. Mainada. 
Já agora, a minha favorita é a Michelle. Go Michelle!

domingo, 10 de outubro de 2010

Facto

Todas as minhas flores morreram.
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sábado, 9 de outubro de 2010

"Talvez alguém se lembre ainda de nós"

É sábado e estamos adoentados. A Penélope, ora dormita, ora mira pela janela e nós... nós navegamos sentados no sofá. Muitas vezes penso que é um desperdício de tempo ficar em casa. Sobretudo na nossa pequena casa e com tanta cidade lá fora. Mas hoje tossimos, fungamos e até comemos canja ao almoço. Por isso, hoje, não há melhor lugar para estar do que no nosso sofá, metade para cada um, os meus pés no colo dele, e os pés dele apontados para a televisão que não passa nada de especial, hoje, logo hoje.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Oiçam bem

Não podemos dar NADA como garantido.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Clear!

Este blogue precisa de ser reanimado.

sábado, 11 de setembro de 2010

La rentrèe

Os planos saíram-me tão furados, tão furados, que nem posso dizer que tenha tido umas verdadeiras férias. Dito isto, acho que a desorganização tomou conta da minha vida. Na medida em que nada posso dar como garantido, não há nada que consiga controlar neste momento, e dias houve em que não via  mais do que um futuro desfocado à minha frente. 
Olho para os meus pais e para os da sua geração e vejo que sim, tiveram inícios complicados,  mas mais cedo ou mais tarde conquistaram a sua segurança, o seu espaço, e assim asseguraram o seu futuro. A minha mãe delineou a sua vida a partir dos 18 anos. Arranjar namorado: check. Acabar o curso: check. Casar: check. Ter um filho: check. Eu não posso fazer isso. E nem poderei dar aos meus filhos, se os tiver, a vida que a minha mãe me deu. 
Eu sempre achei que por muito negro que fosse o panorama, havia sempre algo a fazer, a esperar, a aspirar. Mas cada vez tenho menos esperança. Cada vez sinto menos optimismo. E de repente, já não tenho tanta coragem. Para, pelo menos, ter apenas uma semana de férias e pensar que não faz mal, porque valeu a pena. Porque não valeu.