terça-feira, 11 de junho de 2013

Insta 365 :: Semana 23

Seg
#154
 O rabo de cavalo fica-lhe tão bem.


Ter
#155
Não há maneira de saber o nome destas flores.


Qua
#156
Rumo à aula que me pôs 3 dias sem me conseguir mexer.


Qui
#157
Tchim tchim!


Sex
#158
Oh! Mamã! Bueta!


Sáb
#159
A adormecer o Beco (finalmente convenceu-se de que é um Beco e não uma Beca)


Dom
#160
Luz. Paz. Luz.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Passear na rua

É o frio que regressa, o Verão que não chega, a Primavera que vem às pingas. As pessoas querem abrir os armários e escolher blusas leves, vestidos, sabrinas, sandálias. Querem usar óculos de sol e protector solar. Levar as crianças ao parque, esticar-se ao sol, pensar nas férias e nos banhos de mar. Not gonna happen. Pelo menos não tão cedo e é uma desilusão. As pessoas andam tristes com a vida e já nem podem pensar num Verão com sol e calor. 
O que mais me chateia é esta flutuação de temperatura que nos tem posto doentes. Não tem piadinha nenhuma, eu acho que nunca adoeci tanto! Porque de resto, esta cidade é bonita quando banhada pelo sol, mas é-o igualmente e até mais misteriosa debaixo de chuva ou nevoeiro. Há que ver o bright side.... ou o grey side. De qualquer maneira, que isto não nos impeça de fazer programas interessantes. Eu tenho algumas ideias giras, só é preciso que não chova. Por exemplo, ir ao Parque Biológico. A B. começa a apreciar os animais, podemos começar por aqui. Serralves é sempre um lugar fantástico para passar umas boas horas. Este fim-de-semana há festa, se a chuva resolver dar umas tréguas vamos lá estar. E um passeio que sonho dar há muitos anos: atravessar o Douro de barco, partindo da Afurada e seguir de eléctrico até à Foz. Não sei porque nunca o fiz, nem do que estamos à espera. Ah, já sei. É de um tempo de jeito. 

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Malhação

Volta e meia sou contactada pelo meu ginásio para fazer avaliação física. Lá vou eu, ser medida, pesada, inquirida sobre qual é o valor da saúde para mim, quais os meus objectivos, e tuditudo. Depois propõem-me  sessões de personal training. Eu gostava, que até gostava, mas não posso dar-me a esses luxos. Ainda assim, a par desta avaliação, oferecem-me sempre uma sessão acompanhada. E foi hoje. Posso dizer que fiz a figura mais patética de sempre a descer as escadas para ir tomar banho. Foi de mor-rer. Nunca, mas nunca na minha vida fiz exercícios tão difíceis e dolorosos como os de hoje. A certa altura tive que parar porque me ia dando o badagaio. Nos alongamentos já a minha cara parecia um tomate chucha, um semáforo. Christ. Escusado será dizer que neste momento os meus olhos estão prestes a fechar, tamanho é o sono, sinto cada micromusculo dos meus abdominais a doer, os meus braços parece que são feitos de chumbo. Eu fiz flexões, for crying out loud! Uma coisa é certa, duas aulas por semana com a Joaninha e eu daqui a um mês estava a passar modelos, ela não faz por menos. Vou ter que me contentar com a minha folhinha de treino que faço ao meu ritmo, de phones nos ouvidos, descontraída mas afincadamente. Claro que em comparação com o treino de hoje, o meu não vale nada. Assim, lá para 2016 talvez possa voltar a vestir um bikini. Se tudo correr bem.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

O dia de ontem






Estava tudo pronto para uma festa ao ar livre, no Parque da Lavandeira. Já tínhamos escolhido o lugar ideal, uma mesa junto ao lago dos patos, com árvores perfeitas para pendurar os pompons e os balões, um relvado perfeito para estender mantas e brinquedos. E estava um dia lindo, perfeito.
Como ultimamente sempre tem acontecido, os nossos planos saíram furados. A B. passou a noite mal, e de manhã vomitou este mundo e o outro. Por isso depois de alguma hesitação, desistimos da ideia de ir para o parque e reunimos as pessoas cá em casa, e fora o espaço mais apertado, conseguimos fazer as devidas adaptações, não tive tempo de fazer tudo o que queria, como os meus cupcakes de limão, mas correu tudo pelo melhor. A Bárbara andou divertida e sempre de sorriso aberto, como se não tivesse tido aquela noite e manhã infernais. Foi dormir exausta, mas feliz.
Ser mãe acho que também é isto, ter sempre um plano B. Improvisar, e ficar satisfeita com o que se conseguiu. E eu fiquei.

Insta 365 :: Semana 22

Seg
#147
 Etiquetas


Ter
#148
Nham. Hoje apetece.


Qua
#149
Happy Birthday, dear Bárbara!


Qui
#150
Ela adorou o presente dos avós.


Sex
#151
 Envasamos, embrulhamos e etiquetamos 20 destas.


Sáb
#152
Reconhecimento. E isto faz-me sempre rir.


Dom
#153
A decoração. Amarelo rocks!

sexta-feira, 31 de maio de 2013

[uma boa ideia]

No infantário da B. não é permitido levar bolo de aniversário. No final de cada mês há um bolo para os aniversariantes. Sugeriram aos pais que levassem uma lembrança para cada colega, mas também não permitem guloseimas. Apoio totalmente, mas ficamos preocupados. São 20 crianças e é muito difícil encontrar algo minimamente interessante a um preço inferior a 1 euro. E mesmo 1 euro vezes 20 é muito. Também não sou fã de oferecer só por oferecer. 
E eis que tivemos uma ideia genial. Nas nossas compras para a horta, lembramo-nos de oferecer um pé de alface. Uma planta que precisa apenas de um vaso médio para crescer, o que acontece em poucas semanas. Nós temos alfaces na nossa varanda e têm dado imenso jeito para as nossas saladas. Além disso acho bastante didáctido uma criança ter algo para cuidar e quem sabe depois comer. Ficou decidido, desenhei as etiquetas, comprámos papel pardo para embrulhar e fita de ráfia para atar, vasos de plástico e um saco de terra.
Contas feitas, um pé de alface custa 7 cêntimos, mais 3 euros para 30 vasos, 1 euro por um saco de terra, 35 cêntimos por uma folha tamanho A0 de papel pardo e 2 euros para a fita de embrulho, cada presente ficou por 40 cêntimos. Nada mau. As educadoras ficaram todas contentes e nós também. Presentinhos sustentáveis e saudáveis para todos!

quarta-feira, 29 de maio de 2013

2

E pronto, chegou o dia. Dois anos. Já sabem a história, dois anos de amor, dois anos de aprendizagem, dois anos de felicidade, de descobertas, de andar às cegas até acertar, dois anos de adaptação a uma vida que nunca mais há-de ser como era. E para o ano, se Deus quiser serão três, e depois quatro,e por aí fora. Queremos é que sejam muitos e bons. Bons e óptimos como diz a H..
Há dois anos fazia calor, no ano passado também e fomos à praia. Este ano chove e a B. está doente. Mas com estas condicionantes vamos ter que fazer o melhor possível. E vai ser um bom dia. Porque é dia de festa e cantam as nossas almas. Parabéns, minha pequenina. A mãe ama-te muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito. Muito.