segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Bárbara e os "vivos"

O "vivo" do "Mémée".

Tenho reparado no gosto que a Bárbara tem nos seus livros. Livros pequenos, simples, à sua medida, mas os primeiros de uma biblioteca que lhe quero dar, construir, para que ela possa mais tarde completar ao seu gosto. Por agora dou-lhe o melhor que conheço, esperando que ela tenha o mesmo conforto e gozo em folheá-los, como eu tinha em pequena. E por isso, num desejo um bocado egocêntrico de a ver parecida comigo, fico deliciada quando percebo que não são os brinquedos que ela tem espalhado no chão da sala, mas sim, os seus livros.
A Bárbara dorme com o livro, leva-o para o infantário. Isso deve querer dizer alguma coisa. O pai psicólogo, diz que é o objecto contra-fóbico, eu chamo-lhe o tal objecto de transição, vai dar ao mesmo. Claro que também me enternece quando vou acordá-la de manhã e ela está agarrada ao Ursinho. Acho que tudo é delicioso, quando agarrado por mãos pequeninas. Sobretudo, quando essas mãos pequeninas e delicadas, são as da minha filha.

Não dá para ser mais desorganizada

Tenho 6.666 e-mails não lidos. Spooooooky!

sábado, 10 de novembro de 2012

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Aoki Tetsuo







Gosto tanto.



Cantos da casa #12 e #13


Enquanto os livros não têm estante própria, vão polvilhando os cantos da casa. 
Um provisório que não chateia, muito pelo contrário.



Eu a fazer das minhas para o quarto da B. Adoro muitas das ideias que tenho recolhido. 
O pior mesmo, é decidir.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Mood para hoje

Nunca pensei muito no que verdadeiramente gosto e não gosto. Mas agora (não sei se imbuída pelo espírito "Like"), penso bastante nisso. E uma coisa que eu gosto verdadeiramente, é do pequeno-almoço.

Também me dei conta recentemente que, já não basta fazer anos em plena época de labuta (o frio não me incomoda, dá até um certo glamour à coisa, mas calhar por exemplo, em plena época de exames na faculdade era lixadíssimo), mas nunca acontece ao fim-de-semana. Bem, calhou este ano num sábado e eu toda contente a pensar que para o ano ia fazer anos num domingo. Mas com a história do ano bissexto, para o ano faço anos a uma segunda-feira. Seguindo o lema dos nossos amigos Monty Python, "Always look at the bright side of life", vamos ver isto como a possibilidade de prolongar o fim-de-semana. Iei.

Soube ontem, que hoje teria que mandar para amanhã 12 castanhas já cortadas, para o magusto no infantário da pequena. O pedido veio bonito, numa folhinha em forma de castanha, a comunicar que seria um dia cheio de alegria, brincadeiras, teatros e claro, de comer castanhas, que os papás mandam. Mas e agora perguntam vocês "e os papás estão convidados?" Pois. Não estamos. Bummer. É só para eles.

Voltando a um hábito meu que tive que interromper por causa, primeiro do meu estado de graça, depois por 9 meses de amamentação mais 4 de espera obrigatória, e impressionada com o número de pedidos que andam por aí circular de que é preciso dadores de sangue e medula, amanhã vou ao Instituto Português no Sangue dar um pouco do meu Óooo negativo. Já sou dadora de medula há uns anos, doei o sangue do cordão umbilical da Bárbara ao banco público. No meu entender não faço mais do que a minha obrigação. Eu acho que deve ser visto assim, por este prisma. Nós não ajudamos alguém que cai a levantar-se, na rua? Bem, às vezes não, as pessoas gostam mais de ficar olhar, mas anyway, se ajudamos as pessoas na rua, também podemos ajudar com o nosso sangue, quando as pessoas caem, mas numa cama de hospital. Agora, do que me gabo, isso sim, é de amanhã ir acompanhada. Pelo marido. Estou mesmo contente, e apesar de saber que ele vai com medo, tenho a certeza que depois de amanhã vai ver que aquela pica não dói nada.

Como sempre, hoje tenho muito que fazer, mas uma vontade inversamente proporcional. E ainda há o ginásio. Ah, o ginásio. Bom dia!