- Pátiii...
- A galinha põe o ovo, e a Babá papa tooooodo!
- Pátiii...
- A galinha põe o ovo, e a Babá papa tooodo!
- (riso) Pátiii...
- A galinha põe o ovo, e a Babá papa todo!
- Pátiii...
- A galinha põe o ovo, e a Babá pap...
- Pátii!
- A galinha põe o ovo, e a Ba...
- Páti! Páti!
- (muito depressa) A galinha põe o ovo, e a Babá papa t...
- Pátii, páttiii, páttttii!
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
15 meses depois
Há pouco, quando estava a vestir-me, abri o armário e fiquei a olhar (típico). Não sabia que blusa ou top vestir. Estava a apetecer-me uma coisa comprida. As calças estão todas a ficar largas e eu detesto aquelas folgas atrás, no rabo. A não ser que o modelo seja mesmo assim.
Foi quando reparei numa certa camisola, que já tem uns dois anos, ou mais. Peguei nela e de imediato me vieram imensas recordações à cabeça. Era a camisola que tinha vestida na noite em que a Bárbara nasceu. Fazia-me a barriga muito bonita, redonda, mas ao mesmo tempo a orientação das riscas favorecia o meu corpo com muitos quilos a mais.
Lembro-me de a vestir para ir jantar, e de a achar muito quente para a temperatura que fazia no restaurante, de a tirar a custo para dormir, no hotel e de voltar a vesti-la duas horas mais tarde, quando a bolsa rebentou e tivemos que voltar para o Porto. E a cara do recepcionista quando fomos fazer o check-out às duas da manhã. Impagável!
Hoje, a camisola às riscas voltou a sair do armário.
Há 15 meses, esticadinha pela barriga grande e hoje, amarrotada por andar com a B. ao colo. Simplesmente genial.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
:)
Há muito que as pessoas questionavam "Ela ainda não anda?". A minha avó F., que é de pressões, já não perdoava "Os meus filhos andaram todos ao ano, a tua mãe foi com 11 meses!".
Sempre encolhemos os ombros e brincamos. Eu comecei a andar com 9 meses, o pai com 15 e ambos nos seguramos nas pernas. Até agora, a pequena ainda não falhou nenhuma etapa. Ou não fosse ela uma Textbook baby, segundo o quiz da Tracy Hogg (Secrets of the Baby Whisperer). Mas nós nunca pressionámos para nada.
Certa vez, em conversa com a mãe de uma bebé mais velha um mês do que a minha, percebi que a principal preocupação da senhora era que a filha fosse constantemente estimulada para ser a melhor, a mais inteligente, a mais ágil. Aquilo pôs-me a pensar se eu não seria demasiado relaxada. Eu nem sequer sabia aquela cantilena da "galinha pôs o ovo", e quando aprendi para depois ensinar à B. ela disse-a em três tempos, com o gesto. Às vezes fico uns dias sem dizer nada e lá vem ela, com o dedito na mão e diz "páttiii". Mas olho para a minha bebé e vejo que é simpática, espontânea, esperta, curiosa, feliz. E, ao fim e ao cabo, eu também ando a aprender. Mas acho que as coisas acabam por surgir naturalmente e nós cá em casa divertimo-nos muito.
Tudo isto para dizer que a minha Cuquinha-mais-fofa-da-mãe aprendeu hoje uma coisa muito importante. A andar! Foram dois, três passos, num momento que me ficará gravado para sempre, não só pelo acontecimento em si, mas pela confiança que teve para os dar. Hip hip. Hurray!
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Alegria de viver
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Eu na tua idade já tinha três filhos
O tempo
Com os avós em Barcelona, é difícil fazer seja o que for cá em casa. E como cortei a noite a meio para os levar até ao aeroporto, não saímos pela manhã. Aproveitei para fazer algumas arrumações, enquanto a pequena se entretinha com as novas tecnologias. Mas, se por um lado não a quero demasiado tempo absorvida por vídeos e botões, por outro, é uma forma de conseguir pelo menos fazer a cama ou vestir-me, já que rapidamente se desinteressa dos brinquedos para ir abrir gavetas ou portas e eu fico em constante sobressalto.
Agora dorme a sesta, e reina o silêncio. Mais logo encontramo-nos os três, eu, ela e o pai, para um passeio de fim de tarde. Para o trabalho hei-de arranjar tempo. Quando se está feliz, arranja-se sempre tempo.
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Eu na tua idade já tinha três filhos
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La Dolce Vita
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
*
Para sentir que o dia foi minimamente produtivo, fui ao Ikea comprar utilidades para a casa. A meu ver, pelo menos. Já sei que me vão perguntar "para que é isto?", mas eu é que sei. Eu é que comando as operações cá em casa. Não, marido, não estamos falidos, que eu sou muito consci-en-ci-osa.
Tal como para as compras nos "superes" e "hiperes", há que ser organizada e previdente, e jamais-em- -tempo-algum pôr lá as patinhas da parte da tarde. E em Agosto. Mas já lá estava... Anyway.
Não vos vou entediar com a lista de compras, mas de facto, para manter uma casa arrumada é precisa muita tralha. E em sistemas de arrumação o Ikea é imbatível. Depois há as coisas fofinhas que gostava de trazer. Molduras, velas, vasos, espelhos, saladeiras, um sem número de itens. Por outro lado, ajuda-me a resistir à tentação, estar em casa, olhar em redor e ver Ikea, Ikea, Ikea, Ikea. O pior é que começo a ser preconceituosa em relação a outras lojas. Excepto a Zara Home e a Área, nestas era capaz de passar lá um dia inteiro.
Mesmo assim, ainda falta muito para a minha casa estar nos trinques. Às vezes parece que falta tudo.
Agora vou só ali pendurar roupas nas minhas cruzetas novas. Com licença, sim?
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Keep it simple stupid
Contratempos
Eu e a pequena tínhamos análises para fazer. Ela à urina, para ver se a infecção foi irradicada, e eu ao sangue para check-up. Aproveitei que ela acordou às 7.30 para sairmos de casa bem cedo, que eu sou mulher que acorda esfomeada e tinha que estar em jejum. O pai teve que vir para ficar com a B. enquanto me tiravam sangue. Saímos, cada um em seu carro, rumo ao laboratório de análises mais próximo. A porta estava fechada. Esperámos 5 minutos e nada. Fomos ao segundo mais próximo. Dois carros às voltas e mais voltas à procura de lugar para estacionar. Chegámos ao laboratório, papelada e assinaturas e bla bla bla, tirei sangue e quando chegou a vez da bebé, disseram-me que teria que a lavar muito bem, ser eu a colar o saquinho e esperar que ela fizesse xixi. Acabámos por vir embora com imensos saquinhos para amanhã fazermos tudo isso em casa, com a primeira urina da manhã. Hello? Como é que eu sei qual é a primeira urina dela? Está certinho.
Anyway, segui com ela para tomar o pequeno-almoço e depois compras. Ela entretanto começou a ficar rabujas e cheia de sono. Tinha planeado ir hoje fazer a aula de combat da hora do almoço e fui para casa guardar as coisas que comprei, fazer o saco e depois levar a B. aos avós. Cheguei a casa e não tinha a chave do prédio. Mudaram o canhão da porta e eu ainda não tinha colocado a nova no porta-chaves. O mais certo é estar no bolso de umas calças, ou sabe-se lá onde. A pequena adormeceu e eu sem chave e com cogumelos congelados no carro. Fui a casa dos meus pais, não estavam. Felizmente sei onde guardam a chave sobressalente, deitei a miúda e fiquei "de castigo" à espera deles. A aula de combat já era, fiquei sem bateria no telemóvel e agora estou como que perdida a reformular o resto do dia.
Portanto, em quatro horas e ao fim de tantas voltas, assim de substancial tirei sangue, e comprei cogumelos, iogurtes e pasta dos dentes. Maravilha, isto vai ter que mudar até ao fim do dia, ai vai vai.
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podia ser pior
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