quarta-feira, 30 de junho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
Por que não nos valorizamos o suficiente e precisamos dos outros para o fazer? Por que falham os outros quando tentam valorizar-nos e precisamos de nós para o fazer?
Eu: Gostas deste texto? Não está nada de jeito, pois não?
Ele: Sim, está óptimo. Continua.
Eu: Oh, não sei...
Ele: Sim, está óptimo. Continua.
Eu: Oh, não sei...
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Faltou-te um bocadinho assim
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Pescada de rabo na boca
Faltam 35 dias
São 3 da manhã e estou a imprimir desenhos. Menos uma preocupação, mais uma missão cumprida.
Muita gente me tem perguntado o porquê desta urgência, em acabar estes trabalhos. Pois bem, preciso de encerrar este capítulo, ou pelo menos pensar um bocadinho menos nele e dedicar-me a outras coisas, coisas que me façam feliz e que me deixem crescer.
Mas a verdade é que estou sem vontade. Nenhuma. Népia. Não sei o que aconteceu àquela gana que me dava quando queria mesmo uma coisa e que me fazia persegui-la sem olhar para trás. Todos os dias e um a um, os itens da lista vão sendo riscados, mas à custa de uma força hercúlea. Estou cansada, deve ser isso. Nem tudo na vida tem que ser fácil, isto não o é concerteza. Mas sinto que é agora ou nunca. Não sei se vou conseguir cumprir tudo a que me propus, e não sei em que estado vou chegar ao fim. E talvez até esteja a fazer disto um bicho de sete cabeças, o meu Cabo das Tormentas. Mas é o que representa para mim neste momento e é assim que vou lidar com a fera.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Are we there yet?
Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet? Are we there yet?
domingo, 27 de junho de 2010
Assim é que é falar #01
"- Quando é que teve a noção de que a sua vida podia ser uma coisa extraordinária?
- Não tive essa noção. Tive essa necessidade."
*Entrevista a Alfredo Casimiro, na Pública de hoje.
- Não tive essa noção. Tive essa necessidade."
*Entrevista a Alfredo Casimiro, na Pública de hoje.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Qual dona de casa prendada
Há três dias a minha mãe deu-me uma máquina de lavar a roupa. Realmente já está mais do que na altura de sermos nós a tratar dos nossos trapinhos, para além de que não é nada prático andar com eles de um lado para o outro. Eu estou contente. A máquina é super ecológica, silenciosa, e para quem conhece a minha casa, sabe que dá jeito que assim seja. Mas o que eu mais gosto nela é da musiquinha. Ele é musiquinha quando se liga, ele é musiquinha quando se desliga... Maravilha. Dá alegria a uma casa! Até me apetece lavar roupa como se não houvesse amanhã. Vai tudo a eito!
Tenho que ir, que está a dar a musiquinha do fim da lavagem. Pena que as molas da roupa não cantem em coro. É que estender roupa é booooring!
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