sábado, 31 de outubro de 2009

Carminho


Eu não gostava de fado. Não sei se ainda não gosto, mas no passado 26 de Setembro fui com a S. ver a Carminho ao Centro Cultural de Vila Flor e vim de lá completamente rendida. Adorei cada música e cada momento, além de que tivemos a boa surpresa de a conhecer no final (graças ao engano no caminho para o parque de estacionamento), pois Carminho encanta não só ao cantar, mas também fora do palco.
É por isso que vamos vê-la de novo hoje. Não sei se pelo fado, se pela memória tão boa daquela noite, mas sem dúvida pela Carminho.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

"Back to Black"


Não há nada a fazer. O "white look" que o blog teve durante uns dias não me despertou o interesse. Talvez faça algumas alterações na paleta de cores, mas como diz a Amy Whinehouse: it's back to black.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

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Finalmente consegui ir a Serralves ver a exposição de Juan Muñoz: Uma retrospectiva, que achei impressionante, sobretudo a obra "Many Times", em que as esculturas são repetidas muitas vezes em grupos ou pares, de forma a sugerir conversas. Todas as caras são iguais, porque o artista modelou-as a partir de um busto encontrado num hotel, com uma cabeça art nouveau de feições asiáticas.
O Sol finalmente fez a sua aparição, levando-me a sonhar com o Verão e com o feliz dia em que vou por os pés descalços na areia. Com sorte será numa manhã daquelas de maré vaza e com cheiro intenso a maresia.
Antes disso, vão passar-se meses de trabalho e algum frio, mas não faz mal. Eu espero.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Inverno

O Inverno insiste em ser invernoso, e mesmo que a cidade envolvida em nevoeiro se torne, ainda assim, encantadora e misteriosa, sinto falta do Sol. Sinto mesmo falta do Sol.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Amália


Fui ver o filme e adorei. Actores, argumento, música, imagem estiveram à altura das minhas expectativas. Há pouco tempo li a biografia de Amália, de Vítor Pavão dos Santos e gostei de como o filme se tornou uma espécie de "ilustração" do livro. Não sou ouvinte de fado, mas Amália tinha um extremo cuidado na escolha das suas letras, e isso faz-me ouvir a sua música e ouvi-la de outra maneira.

sábado, 27 de dezembro de 2008

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

De Homem para Homem


Depois de ver uma entrevista da Beatriz Batarda no "Câmara Clara" fiquei com vontade de conhecer o trabalho dela. Normalmente o processo é feito ao contrário, primeiro vemos o actor em acção e depois surge (ou não) a vontade de o conhecer melhor.
Em Outubro comprei os bilhetes para esta peça. Quando entrámos para a sala, já a tinhamos à nossa espera, a ver a sala encher. E quando a sala ficou muda, não houve volta a dar: uma potente e excelente interpretação. Naquele monólogo de hora e meia vi um enorme trabalho físico e emocional, mas também muita espontaneidade, inteligência e sentido de humor. Fiquei rendida pela peça divertida e comovente, sobre uma mulher que durante a Segunda Guerra Mundial assume a identidade do marido morto para poder trabalhar e sobreviver. Trabalho fabuloso desta grande actriz.