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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Status

Para não variar, estou em modo corrida contra o tempo para terminar um trabalho. Estou a adorar fazê-lo, estou a aprender imenso, mas não gosto de ter esta sensação de que estou presa a esta mesa, a esta cadeira, ao computador. Por outro lado, trabalho muitíssimo bem sob pressão, discorro melhor, avalio as prioridades com muito mais facilidade e entro num ritmo muito mais eficiente. 
Ainda estou a ponderar a ida de logo ao ginásio. Primeiro porque tenho mesmo que acabar isto entre hoje e amanhã, não há volta a dar. Em segundo lugar (isto não é motivo) estou derreada do treino de ontem. Como menina obediente que sou, fiz o treino todo do início ao fim, sem aldrabices. Hoje dói-me tu-do. Mas agora que decidi ser uma sexy mamma, não há volta a dar. E a verdade é que eu já tinha muitas saudades de fazer exercício a sério. E sinto-me bem, muito bem. Agora é só continuar.
 

terça-feira, 17 de abril de 2012

Zen mode


Agora que o meu quarto já não está ocupado por camas de grades e roupinhas da B. está na altura de lhe fazer um makeover e transformá-lo numa pequena gruta zen. Assim parece-me uma excelente maneira de começar.

terça-feira, 27 de março de 2012

Sleep tight

Já é a segunda vez que começo a semana muito contrafeita. Não é que possa fazer nada para alterar o facto de ser segunda-feira e de ter que dar resposta a diversos compromissos, mas é que os dois dias do fim-de-semana não me chegam para descansar o que eu preciso. Ossos dos ofícios.
E hoje, mais do que o normal, só pensava em almocinhos na esplanada, ou na Foz ou num sítio pintas qualquer a comer sushi, seguido de uma bela sesta.
Também não me agradou muito ser um dia com alguns imprevistos. Isto porque tenho alguns prazos para cumprir e corro o risco de me atrasar, que é coisa que detesto.
A verdade é que até consegui ser eficiente, e por entre compras, sopas, fraldas e, depois de deitada a pequena, umas horas de concentração plena, o trabalho está bem adiantado. 
Até porque amanhã é dia de passar a manhã na pediatra a repetir as análises, e de tratar de burocracias. Pouco tempo para estar alapadinha ao computador a paginar.
Dito isto, às 1:40 da manhã, começa a invadir-me aquele cansaço gostoso. Gostava de ler ainda algumas páginas do meu livro, mas duvido que consiga manter os olhos abertos por muito tempo. Vou só espreitar a menina, lavar a dentuça e... xixi-cama.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Survey

Ora bem, eu acho que nunca recorri aqui ao blogue para pedir opiniões. Mas há sempre uma primeira vez para tudo, é ou não é? EEEEÉ!
Então passa-se o seguinte. Ando a pensar inscrever a B. no infantário.

Prós
Ela pode socializar, brincar, aprender. Não que isso não aconteça em casa, mas é diferente. 
Ganho tempo para trabalhar, organizar coisas várias e também cuidar de mim.
Se tiver o trabalho em dia, posso estar mais tempo com ela, sobretudo sem pensar nas 359 coisas que tenho que fazer antes de ir dormir.
O infantário em que estamos a pensar fica a 10 minutos (a pé) de casa. Qualquer das outras hipóteses são um pouco mais longe, mas pacíficas em termos de distância (de carro).

Contras
Paga-se. Mesmo sendo IPSS. Estar em casa é grátis.
As doenças. Há quem chame aos infantários, os "infectários". Não sei se estou preparada para ver a minha filha doente a cada 15 dias.
Apesar de eu própria ter ido para o infantário com 11 meses, não sei que tipo de acompanhamento é feito a cada criança, até que ponto se importam se ela come ou não come, se dorme ou não dorme.

Para já, visitamos hoje o primeiro infantário, o tal que fica perto de casa. É um edifício completamente novo, arejado, claro e colorido, com imensa luz natural, acesso directo das salas ao recreio, espaço verde (embora pudesse ter uma ou duas árvorezitas) e educadoras com ar simpático. Gostei. Não vi lá nenhuma criança a chorar, ranhosa e desesperada (sim, eu já vi isso algures) e penso que a minha pequenina ficaria lá muito bem entregue.
Dito isto, gostava de saber as vossas opiniões. Acrescentem itens à lista de prós e contras, contem-me as vossas experiências, o que vos motivou a manter as crianças em casa ou porem-nas no infantário e se estão contentes com as vossas escolhas. Obrigadaaaaaaaa!

terça-feira, 13 de março de 2012

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Durante muitos anos vivi na fantasia de que era uma pessoa muito arrumada, muito organizada e metódica, até que, quando fui viver com o meu marido, então namorado, verifiquei (e ele também), que isso era bullshiiiiit. Eu tinha era quem me arrumasse tudo, quem apagasse o rasto de desarrumação atrás de mim, essa é que é essa. Quando tomei eu as rédeas de uma casa é que foi bonito. 
Mas, e os desarrumados e desarrumadas desta vida hão-de me dar razão, eu sabia onde estava tudo. Tu-do. Numa pilha caótica de papéis, eu sabia onde estava a carta do seguro, e a conta da luz, a declaração da Ordem ou um papelucho qualquer onde apontei alguma informação.
Desde que engravidei a história é outra. Além de desarrumada, estou esquecida. Relaxada. Don't care. 
O problema é quando acontecem coisas como ir meter gasolina e ter deixado o cartão multibanco no bolso de um casaco que não levei comigo. Ou ter que apresentar um documento de identificação, e não ter o cartão de cidadão na carteira de documentos porque o atirei para o meio da bolsa, vá-se lá saber porquê, e então querer puxar da carta de condução, e reparar que não está em lado nenhum. Um dia destes vai ser a bonita.
Tenho andado a conduzir sem carta. E  de cada vez que me lembro das operações stop por que tenho passado, até me dá um frio na barriga. Ter que apresentar os documentos e dizer ao Xô Guarda que a carta se escafedeu e que não faço ideia de onde está, se foi passar férias e ainda volta, ou se está numa sarjeta qualquer caída. Oh vida.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Planos - Parte II

Outra das minhas ambições a curto prazo é organizar o meu espaço de trabalho. Criar uma pequena workstation. Por incrível que pareça ainda não tenho poiso certo para trabalhar. E como o faço muito em locais fora de casa, também nunca foi urgente. Mas sinto falta de ter as minhas coisas reunidas no mesmo espaço. São as desvantagens de trabalhar em casa. Parece que não há limites para nada. 
Como estamos em modo low-cost, a IKEA é uma óptima solução. Andei no site a ver algumas coisas. Tudo em white, mesmo à nórdico. 






Se bem me conheço, chego lá, trago tudo em preto-castanho e acabou-se.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Preciso de apanhar um pouco de sol

Não gosto de dias como o de hoje, em que fico a estupidificar com as minhas angústias. Ainda não parei um minuto que fosse. Mas também ainda não parei de me sentir um tanto ou quanto incompetente. E tudo me vem à cabeça, como se hoje fosse dia de tomar grandes decisões e de saber ao certo que direcção devo seguir. Talvez esse dia esteja a chegar e isso me assuste como o caraças.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Paz de espírito



Estou em modo manta nas pernas e a beber um chá e a ouvir a Diana, enquanto trabalho. Antes disso, almocei aqui, com a M., que quis matar a fome de sushi, e matou. Eu comi risotto de espargos com gambas, a Babá comeu sopa de bróculos feita pela mamã, claro está. Mais logo, vou comprar legumes frescos e talvez um ramo de flores, porque quero que o meu dia acabe doce como começou.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Feliz 2012!

Ao segundo dia do mês de Janeiro é que me dei conta que pá!, estamos em 2012. 
Nem reflexões de fim de ano, nem resoluções de ano novo me distraíram de viver intensamente as primeiras festas da minha B. Não que não haja tempo para isso... mas, bolas, não há mesmo. A minha amigdalite ainda cá anda, trouxe uma tosse com ela que vai lá vai, um nariz entupido chato e volta e meia o meu ouvido entra em modo missão suicida.
De modos que a passagem do Ano foi em casa, com família e amigos. É como eu gosto. Boa comida, bons filmes, bom convívio. E a minha pequena a apreciar tudo e até o sono se atrasou. Esta semana das festas foi uma desgraça completa em termos de horários. Serei só eu a deixar que as coisas se descontrolem desta maneira? É que pôr a miúda na cama às 21.30 e não a levar à Missa do Galo, não lhe dar um grande xi-coração às 12 badaladas parece-me imperdoável. Digo eu.
Maneiras que é isto. Hoje estamos de ressaca. Ela a dormir uma sesta fora de horas e eu a preparar-me psicologicamente para ir ao dentista daqui a... uma hora. Hoje começa também a maratona para a entrega do projecto final de design, o portfólio, remember? Djisus.
Entretanto também me vou dedicar a fazer um balanço de 2011 e a pensar no que quero para 2012. Uma coisa posso já adiantar. Vai ser um ano baixo em calorias. Out with Popota, in with Sexy-mamma. Mas sem dietas, que só a ideia de comer duas folhas de alface ao almoço já me deixa com uma depressão do tamanho de uma casa. Um regime alimentar diferente, sim, e exercício, tem que ser. Mas não vou pensar nisso agora. Se a Scarlett tinha o amanhã, eu também posso ter. Vamos lá ao Dr. Sérgio, para pelo menos começar o ano com sorriso Pepsodent, ou com menos uma cárie, vá, que é quase a mesma coisa.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Coisas de fim-de-semana

Pensava eu, na minha inocência,  que isto agora ia ser só tempo, tempo para dar e vender, tempo para fazer exercício, tempo para pôr as minhas coisas em ordem, tempo para pensar no meu portfólio que vai ser o projecto final, tempo para cuidar da minha pequenina e dar grandes passeios com ela e claro, tempo para continuar a trabalhar. Mas não, esborrachei-me contra a realidade. Continuo a correr e a trabalhar a mil. Bom sinal, entenda-se. Muitas paginações para fazer. Mas é tudo para ontem, pá. E eu, que queria mesmo cortar o cabelo, tive que acordar cedíssimo no feriado, para o poder fazer, consequentemente o pai teve que acordar cedíssimo para cuidar da piccolina.  E com noites mal dormidas, pés frios e sem tempo para muitas bebidas quentes, começo a ficar constipada, garganta a picar, cabeça moída e pingo no nariz, e a adivinhar um fim-de-semana de benurons e lenços de papel.
Ainda assim, hoje abalamos para a aldeia do marido, de encontro a uma lareira gostosa e possivelmente uma tentativa de apanhar algum musgo para fazer o presépio, que há anos que não se faz um cá em casa. Digo tentativa, porque ervinhas e mato não é comigo, para maior desgosto do marido. Coitado, primeiro pensou que eu era rica, e agora sai-lhe também uma menina da cidade. Azares. Podia ser pior.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A Life Manifesto



"The Holstee Manifesto is a call to action to live a life full of intention, creativity, passion, and community. The LifeCycle Film came about as a desire to bring the energy and passion behind the Manifesto to life through something we love--biking. 
As we seek to live mindful lifestyles that leave a positive impact on the people and world around us, biking has become a passion that is much more than a transportation alternative. It is a way of fully experiencing the city we love and all of its details. 
This Film is a celebration. It is a celebration of gatherings, of diversity, of life, and of the beauty of shared experience."

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Semana mundial do aleitamento materno


Na minha ronda diária por alguns blogues deparei-me com esta imagem e um apelo.
Comemora-se a Semana Mundial do Aleitamento Materno em Portugal, de 3 a 9 de Outubro. O desafio colocado às mães bloggers é que dêem o seu testemunho, promovendo assim o aleitamento materno. Fica desde já o convite a visitantes cá do Vestido, que se queiram aventurar a relatar as suas experiências.


Começo por dizer que eu nunca mamei. A minha mãe ainda hoje fala nisso. Simplesmente dava umas lambidelas tímidas e ficava-me por aí. Leite artificial também não era nada comigo. O que se tornou um problema. Até porque, há 34 anos atrás as coisas eram bem diferentes, não havia o incentivo à amamentação que há actualmente, nem o apoio, e quando digo apoio, digo que as enfermeiras também se consciencializaram para esta questão. Tornaram-se conselheiras da amamentação, ajudam presencialmente. Ajudam-nos a perceber como é que tem que ficar a boca do bebé, como sentir que ele está efectivamente a mamar e não a "chupetar", ajudam o bebé a pegar bem na mama e a mantê-lo empenhado na sua alimentação. Nos primeiros dias de vida da minha filha, ainda na maternidade, tive este apoio que foi fundamental.

Mas apesar de a minha mãe não ter tido esta ajuda e de eu não ter usufruído dos benefícios do aleitamento materno, hoje em dia sou uma pessoa saudável, e cresci sem problemas de maior. Ou seja, tudo se resolveu. É por isso, que eu acho que não se deve transformar a amamentação num drama.
Pegando no que disse em cima, tive de facto muita ajuda na maternidade, depois no centro de saúde, nas primeiras consultas da minha pequena.
Os primeiros dias custaram muito. Tive dores, e pior, tive dúvidas. Se o leite era bom, se a bebé ficava satisfeita. Não conseguia fixar os horários das mamadas, não sabia a quantas andava e era tudo muito incerto. Cheguei a adormecer enquanto amamentava e a certa altura tive que recorrer à bomba, aos mamilos de silicone, aos discos de hidrogel porque estava a ficar demasiado dorida. Ia perdendo a calma.
Mas tive uma excelente preparação, ia recordado o que me disseram, que não ia ser fácil, e tudo o que estava a acontecer era, de facto, o que me tinham dito que ia acontecer. A prevenção também ajudou muito e por isso, nunca cheguei a ter os mamilos gretados. Felizmente, e também tal como me tinham avisado, ao fim de 15 dias tudo acalmou e pude usufruir da amamentação. Eu e a minha pequena.
Pelas pesagens e medições, fui percebendo que o meu leite estava a ser suficiente. E, ao fim de quatro meses continuo a amamentar, e espero continuar a fazê-lo em exclusivo, até aos cinco, seis meses.
Amamentar, é para mim um prazer. Gosto mesmo. São os únicos momentos em que estamos só nós as duas, e esses momentos são fundamentais para perceber como é que ela se sente naquele dia, se está cansada, agitada, ou se está tranquila e bem-disposta. Amamentar alimenta, mas também estabiliza, acalma. Fortalece.

Tudo isto faz-me reflectir numa possível situação inversa. E se, tal como eu, a minha filha não mamasse? E se eu não tivesse leite? E se o leite não fosse suficiente?
Muito sinceramente, nunca pensei muito que isso fosse acontecer, nem fiz grandes previsões. Muito menos fantasiei sobre o assunto. Acho que na altura pensei que, qualquer que fosse o caso, lidaria com ele da melhor maneira. Não seria por isso que iria deixar de estabelecer uma ligação maternal, ou negligenciar a saúde da bebé. Amamentar é muito bonito, que é, muito benéfico, que é. Mas quando não é possível, há que desdramatizar. Porque o importante, e independentemente das outras vantagens, diria, mais afectivas, é que o bebé coma. Ponto final.
Esqueci-me há pouco de mencionar que a minha pequena não pegou logo na mama. Poucas horas depois de nascer teve que ir para o calor porque não parava de gemer, e quando me levantei e fui vê-la, a enfermeira estava a dar-lhe um biberão com leite artificial. Fiquei assim como que desapontada. Mas era mais um sentimento meu, do que uma desvantagem para ela, que tinha que comer.

Resumindo e concluindo, considero a minha experiência muito positiva. Mas fica aqui uma palavra para as pessoas que não são, ou não foram tão felizes neste tema. Uma enfermeira disse-me uma vez que os pais de hoje têm uma carga muito grande nos ombros. Querem ser perfeitos. E eu não fujo à regra, tenho que admitir. Mas ser mãe, ou pai, é uma aprendizagem. Eu tive que aprender a dar de mamar, a minha filha teve que aprender a fazê-lo. Por exemplo, em relação às cólicas, já ouvi um pediatra dizer que os pais têm que sobreviver a isso. E é a mais pura das verdades.
Há que pensar no que é melhor para o bebé, mesmo que isso não vá de encontro às altas expectativas que criamos. Se os pais estiverem prontos para aceitar isto, tudo correrá melhor. Para eles e para as crianças, que são, afinal, o melhor do mundo.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Focus Sara, focus!

Hoje o dia começou bem, mil sorrisos da Babá, deitada entre mim e o pai, aos gritinhos e coceguinhas. Fiquei logo com a sensação de que ia ser um dia porreiro, atarefado, mas ao mesmo tempo descontraído e tal. Mas sinto que já não vai correr bem. Porque ao descer para tomar o pequeno-almoço soube de uma coisa que me deixou com o estômago às voltas. Triste, furiosa e revoltada. Impotente. E a minha vontade é partir a cara a uma pessoa. Má como as cobras. Que ainda por cima é da minha família.
Não estava nada à espera de começar a semana assim com estes sentimentos tão corrosivos.
Vou respirar fundo, organizar a cabeça e continuar a fazer as mil quatrocentas e trinta coisas que tenho para fazer.
Por isso, bom dia a todos, e... focus Sara, focus!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Corte de cabelo

As minhas idas ao cabeleireiro resumem-se a três ou quatro por ano. Por um lado, é um bocadinho de desleixo, acho que espero sempre até o cabelo ficar mesmo sem corte para ir tratar da situação. Por outro, evito fazer coisas que exijam muita manutenção, porque a minha carteira não permite. E por outro sou muito esquisita. E muito, é favor. Na adolescência, vinha a chorar para casa depois de um corte mais mal feito. E quando digo mal feito, é porque não superava as minhas expectativas. 
Também nunca ia ao mesmo sítio, mas isso mudou quando andava na faculdade. Fui a um cabeleireiro perto de casa, indicado pela minha mãe e gostei. Mas gostei mesmo. Quando me mostravam o penteado todo com aquele espelho de rectaguarda, o meu sorriso era de orelha a orelha. Finalmente vinha embora feliz. O senão é que era caro. Mas compensava o bem estar. E é por isso que vou poucas vezes. Poucas, mas boas.
Até sábado passado. Eu estava com o cabelo muito mauzito e decidi cortar. Mas a senhora que me costuma cortar, estava de férias e eu pensei que sairia igualmente contente se fosse a dona do cabeleireiro a fazer as honras.
Big mistake. O resultado não podia ser pior. Não podia ter ficado mais feio, mais ao contrário do que eu queria. Não me favorece nada, e nem sei o que faça, a não ser espetar-lhe com ganchos e elásticos até crescer o suficiente para lhe dar novo corte. 
É daquelas situações em que mais valia ter estado quietinha. E detesto sentir-me assim. Supostamente vamos a estes sítios para nos sentirmos melhor, não para ficar a contar os dias até ao próximo corte.
Não vim para casa a chorar, coisa que se deve a ter coisas bem mais importantes em que pensar. Ah, e evitar olhar para o espelho também ajuda.

sábado, 16 de abril de 2011

First round


Tentámos montar o trio. Não correu mal.
Demorámos uns cinco minutos só para descobrir como se abria o chassis.
Encaixámos o ovo no dito chassis... ao contrário. Agora vamos ter que desaparafusar os coisos.
E quando finalmente desistimos (for now), fomos dar uma grande volta com o carrinho, porque não sabíamos desbloquear as rodas da frente.
E foi isto.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

It's just another Manic Monday


Não sou muito de me queixar que é segunda-feira, que é manhã, que é Inverno, que chove, mimimimimimimi. É o dia que é, não há nada que possamos fazer senão pegar nele e fazer o melhor possível.
As segundas-feiras para mim, podem ser muito complicadas, mas também podem ser quase prolongamentos de fim-de-semana. Normalmente o meu índice de concentração é baixíssimo, sobretudo se passei os dois últimos dias a descansar. A paragem perturba o ritmo, muitas vezes frenético e custa-me tanto parar como recomeçar.É difícil separar as águas.
Tudo isto para dizer que esta semana que agora começa vai ser outra daquelas mesmo duras de passar. 
Ontem deitei-me a pensar nisto e a magicar como ia ter tempo para fazer tudo. Mas a verdade é que, para começar bem tenho que estar como o Paulinho, concentradíssima, e por isso, comecei por nem pôr o despertador. Acordei calmamente, tomei o pequeno-almoço, arranjei-me e já li jornais, já li os blogues habituais e já me actualizei no Facebook. Já tratei da lista de prioridades e já abri os programas. 
Só ainda não comecei a trabalhar. O sol brilha lá fora, suspiro por uma caminhada  na praia,  ainda tenho sono. E bolas, se está a custar arrancar. Mas eu não sou gaja de esmorecer e por isso vai ser já a seguir, meus queridos, vai ser já a seguir.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Ao menos tenho saúde

Eu ia dizer uma coisa tão complicada, tão amarga e tão zangada, mas não me apetece. 
Digo antes algo assim:
Bah.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Nesting

Ultimamente apoderou-se de mim uma vontade/ necessidade/ sei-lá-eu-o-quê, que me impele a organizar tudo o que me aparece à frente. De repente começa a fazer-me confusão não pendurar toda a roupa, ou ter uma mesa desarrumada. Não ao extremo, claro, que é preciso ir com calma. Já me disseram que é o instinto da nidificação, em que a mãe tem a vontade e a energia de preparar o ninho para o seu filho. 
Dizem também que é a melhor altura para organizar as coisas dos bebés e de deixar assuntos resolvidos.
A verdade é que tenho andado a fazer isso, preparar tudo e encerrar assuntos, para que na altura devida possa dirigir toda a minha atenção para a pimpolha, sem estar a deixar ninguém pendurado. Ou sem me sentir dividida. E mesmo assim, acho que vai haver sempre imprevistos, e chatices e solicitações.
Mas o que eu queria era ter sempre esta genica. Bolas, é que sabe mesmo bem.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

"Tristeza não tem fim, felicidade sim"

Lá dizia o Vinicius de Moraes.
Sempre tive tendência para achar que tudo o que me acontecia de bom ou era por mero acaso, ou porque tinha feito um esforço hercúleo para que o desfecho fosse o melhor. Em ambos os casos achava que não era coisa para durar.
Agora, não sei se por força da maternidade, se pelos anos de terapia, ou por tudo isto e porque vou ficando mais velha, e, espero eu, um bocadinho mais sábia, acho que é altura de me deixar de tretas e aproveitar o que de bom me acontece, sem pensar que, se festejar muito, a minha carruagem se vai transformar numa abóbora.
A verdade, é que ultimamente sinto-me muitas vezes feliz. Não aquela felicidade fantasiosa, em que se acredita que a vida é perfeita e vai ser sempre assim. Os meus dias têm tido momentos complicados, mas também têm tido boas surpresas, horas de tranquilidade, horas em que em vez de zanga sinto paz, em vez de pessimismo sinto confiança no futuro, nos outros, mas sobretudo em mim própria.
É por isso que hoje digo que sou feliz. Mas também faço muito mais por isso. E tenho os meus comigo, tenho saúde, tenho força de viver. Tenho uma vida a crescer em mim. E não trocaria isto por nada.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Urgente

Organizar a caixa de correio electrónico. Tenho 1050 e-mails por ler e já pesquei um atrasado da Lanidor a desejar-me os parabéns e a prometer pontos a dobrar no cartão. Claro que já não vou a tempo de aproveitar. 
Também estou farta de não encontrar nada na carteira, de ter centenas de talões no porta-moedas, e de facturas, livros, bugigangas e cabos, fios e o catano espalhados por aí. Está a chatear-me.
É isto e hoje ter aberto a pestana às 6 da manhã sem mais nem menos. Estou entre o "vou cair para o lado" e o "vai tudo à frente, caraças".
E pronto, enquanto escrevia isto chegaram mais dois e-mails. Fica difícil, assim. Pois fica.