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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Amor


Mesmo rabujenta do sono, é a visão mais bonita do meu whole wide world.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

A primeira encomenda

Andava doida pela touca que vi no site, mas nada de a ver nas lojas. Nenhuma, em cor nenhuma. Alguém me sugeriu que comprasse online, e eu resolvi ver como se fazia. Foi fácil. Paguei, escolhi, os prazos foram cumpridos, e a touquinha para a minha B. está cá, sã e salva, num lindo package. 
Vale a pena mostrar. Thumbs up!



quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Habemus Toddler

Chegou o dia em que ela estava no tapete da sala, sentada a brincar. Fincou os dois pés no chão, arrebitou o rabo e endireitou-se. Levantou ligeiramente os braços, para dar equilíbrio, abriu as mãozinhoas "à menina" e off she went. Deu a volta ao sofá, à mesa da sala, transpôs a porta, passeou pelo hall e foi à cozinha ter com o pai. Pelo caminho ainda afastou o cabelo dos olhos e rodou os pulsos, em jeito dançante. 
Já não são uns passos tímidos da mãe para o pai, do pai para mãe, já em desequilíbrio mal vê os braços abertos para a receber. Já não é passar do sofá para o banco, da cadeira para o boneco pendurado nas grades da cama. Precisa cada vez menos da nossa mão para ir onde quer. E é isto, que no meio de toda esta alegria e toda esta conquista me faz ficar um bocadinho melancólica: ela está a crescer tão, tão depressa.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Olha, afinal mais uma Hora do Vitinho report

Hoje tivemos uma noite à moda antiga, cheia de acordanços. A B. tem aqueles dentes lá atrás a nascer. Parecem umas agulhinhas. E tem as gengivas mega grandes. Mas não sei se foi isso que a incomodou. Acho que a certa altura teve frio, o que é estranho porque mal a tapo com o edredon ela levanta as pernas e põe-nas de fora. Só quando está ferradinha a dormir é que se deixa estar tapada.
Anyway, a certa altura já estava a ser difícil aguentar, porque eu estava cheia de sono e de cada vez que acordava tinha um braço a dormir. Então resolvi acampar no quarto dela. Assim, podia chorar, e apesar de não a socorrer logo, que não é isso que se pretende, se a coisa persistisse já não tinha que me levantar. Fazia-lhe um shhh shhh, dava-lhe a mão e ela lá adormecia. Depois lá me lembrei de lhe vestir o saco cama que lhe comprei no ano passado no Ikea. Bendito saco, que ela não acordou mais. Mas eu dormi toda a noite um bocadinho em stress. E não muito confortável. Estou aqui a modos que zombie. E com lots to do, ASAP. Valha-me a música. O café. A vontade, essa, não sei onde se meteu.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

*



Esta sexta-feira começou muito cedo e com muita azáfama. Decidi-me a acabar com os atropelos a sacos e caixas e estou a engavetar tudo. Também já temos candeeiro na cozinha. Hurray. A nossa menina "crescida" brinca, vê televisão, livros e até ajudou a sua  mãe, pôs os sapatos na máquina de lavar roupa, uma alegria. Love it!

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Uma lady?

A Bárbara tem andado constipada, e esta noite teve bastante tosse. De uma das vezes em que a fui tapar, reparei que estava acordada e toda molhada. Tinha havido uma fuga na fralda, ela tem bebido imensa água, e já não é a primeira vez que acontece. Só que passou para os lençóis e eu tinha os outros jogos a secar. Era impossível ela ficar ali confortável, decidi levá-la para a nossa cama. 
De manhã acordei-a e estivemos ali os três uns minutos na brincadeira. Eis que ela pára, leva a mão aberta à boca... e tosse. Tosse de novo, sempre com a mão na boca. Delicioso! Portanto, tenho uma filha que aos dezasseis meses anda a bater na mãe (e diz "au!" a seguir), mas come de boca fechada e tosse com a mão à frente. Porreiro. Acho eu. É confuso, mas porreiro. Tenho uma filha educada... mais ou menos.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

.



A minha Cuquinha já se porta como gente grande. Fica no infantário sem chorar, despedimo-nos convenientemente, que é como quem diz, beijinhos e um "xau xau, até logo!" sem dramas. Hoje foi cheia de sono, doeu-me na alma acordá-la, depois da noite complicada que tivemos. Ela tem dormido muito bem, mas esta duas primeiras noites na casa nova não foram fáceis. Se por um lado temos tido muita paz e sossego, por outro, ela tem que se adaptar a um novo quarto, all over again. A pequenina agora precisa de estabilidade, e nós também. 
Para já, também preciso de muita concentração para organizar-me para a semana, para acabar de arrumar a casa, para ter trabalho pronto, para as coisas rolarem. Acho que vou começar com uma boa dose de cafeína, só p'ra acordar. BOM DIA!!!

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Daddy-daddy


Já vi e revi estas fotos do fim-de-semana passado, mas ainda não me tinha apercebido de como esta é especial. Dois papás, com os filhos um do outro no colo, a conversar. De certeza que não dissertavam sobre fraldas, papas ou rotinas, embora tenha quase a certeza de ter ouvido a palavra "mamas". O que eu duvido é que fosse no contexto da amamentação.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012


Ainda no outro dia estava a comentar com uma amiga minha, que tinha visto não sei onde, uma ideia engraçada para crianças, um varão cheio de fantasias diferentes. Adorei e decidi desde logo que era uma coisa que queria fazer para a Bárbara. Já imagino daqueles dias de chuva, em que sabe bem ficar em casa, e ela divertir-se vestida de fada, ou com uma saia de bailarina, máscaras e chapéus. Nem de propósito. Hoje andava à procura de uma mochila para ela levar para o infantário, uma que não tivesse Hello Kitty's, Muffys, Princesas, Winxs e afins, espreitei a Acessorize e encontrei estas coisas a 70%. Ainda lhe comprei aquela coelhinha de tecido, tão fofa. E assim começa a sua colecção de máscaras, que espero que a façam feliz um dia.
Para a borga, mamã ao seu dispor.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

O início

Dia 1

Acordei com dores de barriga, como se fosse o meu primeiro dia. Bom, e era. O meu primeiro dia a levar a Bárbara ao infantário. Quando chegámos ao colégio, havia mais miúdos a chegar, com quem ela se ia metendo, a dizer "olá!". E ia sorridente, mas quando viu miúdos a cravarem os pés no chão à entrada, outros a chorar desesperados, ficou um pouco mais séria. Mesmo assim, quando a vieram buscar, sorriu de imediato e atirou-se para o colo da educadora. Conversámos um bocadinho, combinámos que iria buscá-la após o almoço e despedimo-nos com uma rapidez surpreendente, e ela lá foi, mas sempre a olhar para trás. De imediato deu-se-me um nó na garganta e passei a manhã a contar os minutos para a ir buscar. Vinha tranquila, mas atirou-se logo para o meu colo, deitou a cabeça no meu ombro e ainda lhe ouvi uns soluços de quem tinha chorado muito. A minha pequenina. A educadora disse-me que ela não tinha comido nada, e que não quis brincar. Tudo bem, foi só o primeiro dia. 

Dia 2

Saímos de casa ainda mais cedo do que no dia anterior, para respeitar o horário que nos foi entregue na reunião de pais. Mesmo ainda recente, sabe-nos bem toda esta mudança de rotina. Sair cedo de casa, pela fresca, e ir cada um à sua vida com imenso dia pela frente. Anyway. Ela hoje ficou porreiríssima, mal chegou atirou sorrisos e foi para dentro sem olhar para trás. De manhã fui comprar algumas coisas que estavam a faltar para ela ter lá, e passou-se a manhã. Ao meio dia apareceu ao colo da educadora, bem disposta, diz que comeu, diz que brincou e que amanhã é um bom dia para experimentar ficar o dia todo. Não estou à espera de milagres, sei que de repente a coisa pode não correr tão bem. Mas estes dois dias foram uma lufada de ar fresco, cá em casa. Agora é só limar arestas, ajustar as rotinas. Deixar que tudo aconteça naturalmente, sem dramas, e ao jeito da minha Cuquinha, com muitos sorrisos.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O primeiro dia da B.

Amanhã será o primeiro dia da Bárbara no infantário. Tudo o que vou dizer a seguir, já o repeti umas quantas vezes, para tentar perceber se é a coisa certa. Eu sinto que é.
Esta foi uma decisão que ponderei muito e muito bem. Estando eu em casa, fui deixando o tempo passar até me decidir, porque adoro acompanhá-la no seu crescimento e assistir a todas as suas pequeninas evoluções. Porque adoro estar com ela.
Mas chegou a uma dada altura em que precisei de me dedicar mais ao trabalho, precisava de tempo para tratar das roupas dela, das nossas, da nossa casa. E as mãos começaram a não chegar, e mesmo a ajuda dos meus pais, era preciosa, mas não era suficiente. E foi aí que o infantário começou a ser uma opção. Opção não era estar em casa meia entretida, comigo a tentar dividir o tempo entre as mil coisas que preciso de fazer e ir dar com ela a 2 cm da televisão, ou a brincar com o telefone, ou com o iPad, ou com o comando. Olho para ela e não é isso que desejo.
Como mãe, preciso de tempo. Para mim, para me cuidar, que também tenho que estar bem para cuidar bem da minha família. Para cuidar da casa que é nossa, dos cantinhos da minha bebé. E para me realizar como pessoa, como profissional.
A Bárbara também precisa de tempo. De qualidade, comigo. Sem que eu tenha a cabeça cheia de preocupações e de prioridades baralhadas. Precisa de mim disponível. E precisa de fazer as coisas que as crianças da idade dela fazem. Actividades giras, aprendizagens, novas convivências. 
Se me vai custar amanhã levá-la ao colégio e provavelmente deixá-la a chorar e a sentir-se abandonada? Horrores.
Mas o meu lado adulto e realista diz-me que ela vai demorar uns dias, mas vai adaptar-se e ser muito feliz. Eu vou zelar por isso.
Enquanto viver, estarei sempre aqui para ela.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

What?

- Bárbara linda, vamos dormir?
- Unqué.

- Vamos amor, vamos nanar.
- Unqué.

Eu queria era partir-me a rir. Ou a chorar. Ela está a crescer demasiado depressa.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Tempos de mudança



Ela já "qué". E "unqué".
Será que ela "qué" ir para o infantário, já na semana que vem?
O meu coração de mãe está a modos que pequenino. 
Minha Cuquinha.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Bebés e computadores, relação condenada

A prova disso é que a tecla Enter do meu portátil está prestes a quinar, sucumbiu às mãos impiedosas da bárbara-Bárbara. E a "minha" tecla Enter vai pelo mesmo caminho. Haja saúde.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Countryside

Fim-de-semana no countryside, com um pézinho na cidade de Coimbra, para rever (finalmente!) amigos. Calor, muito calor. Muitas garrafas de água, lanche aqui, muita conversa, muito colo para a B. Muitos sorrisos dela para nós. E mais três passinhos. O avô M. arranjou-lhe uma engenhoca para a ajudar, mas parece que ela prefere a relva para se aventurar. E como tudo o que dá prazer, passou depressa, muito depressa. 








sábado, 1 de setembro de 2012

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Páaaatiii!

- Pátiii...
- A galinha põe o ovo, e a Babá papa tooooodo!
- Pátiii...
- A galinha põe o ovo, e a Babá papa tooodo!
- (riso) Pátiii...
- A galinha põe o ovo, e a Babá papa todo!
- Pátiii...
- A galinha põe o ovo, e a Babá pap...
- Pátii!
- A galinha põe o ovo, e a Ba...
- Páti! Páti!
- (muito depressa) A galinha põe o ovo, e a Babá papa t...
- Pátii, páttiii, páttttii!



15 meses depois


Há pouco, quando estava a vestir-me, abri o armário e fiquei a olhar (típico). Não sabia que blusa ou top vestir. Estava a apetecer-me uma coisa comprida. As calças estão todas a ficar largas e eu detesto aquelas folgas atrás, no rabo. A não ser que o modelo seja mesmo assim. 
Foi quando reparei numa certa camisola, que já tem uns dois anos, ou mais. Peguei nela e de imediato me vieram imensas recordações à cabeça. Era a camisola que tinha vestida na noite em que a Bárbara nasceu. Fazia-me a barriga muito bonita, redonda, mas ao mesmo tempo a orientação das riscas favorecia o meu corpo com muitos quilos a mais.
Lembro-me de a vestir para ir jantar, e de a achar muito quente para a temperatura que fazia no restaurante, de a tirar a custo para dormir, no hotel e de voltar a vesti-la duas horas mais tarde, quando a bolsa rebentou e tivemos que voltar para o Porto. E a cara do recepcionista quando fomos fazer o check-out às duas da manhã. Impagável!
Hoje, a camisola às riscas voltou a sair do armário. 
Há 15 meses, esticadinha pela barriga grande e hoje, amarrotada por andar com a B. ao colo. Simplesmente genial.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

:)


Há muito que as pessoas questionavam "Ela ainda não anda?". A minha avó F., que é de pressões, já não perdoava "Os meus filhos andaram todos ao ano, a tua mãe foi com 11 meses!". 
Sempre encolhemos os ombros e brincamos. Eu comecei a andar com 9 meses, o pai com 15 e ambos nos seguramos nas pernas. Até agora, a pequena ainda não falhou nenhuma etapa. Ou não fosse ela uma Textbook baby, segundo o quiz da Tracy Hogg (Secrets of the Baby Whisperer). Mas nós nunca pressionámos para nada. 
Certa vez, em conversa com a mãe de uma bebé mais velha um mês do que a minha, percebi que a principal preocupação da senhora era que a filha fosse constantemente estimulada para ser a melhor, a mais inteligente, a mais ágil. Aquilo pôs-me a pensar se eu não seria demasiado relaxada. Eu nem sequer sabia aquela cantilena da "galinha pôs o ovo", e quando aprendi para depois ensinar à B. ela disse-a em três tempos, com o gesto. Às vezes fico uns dias sem dizer nada e lá vem ela, com o dedito na mão e diz "páttiii". Mas olho para a minha bebé e vejo que é simpática, espontânea, esperta, curiosa, feliz. E, ao fim e ao cabo, eu também ando a aprender. Mas acho que as coisas acabam por surgir naturalmente e nós cá em casa divertimo-nos muito. 
Tudo isto para dizer que a minha Cuquinha-mais-fofa-da-mãe aprendeu hoje uma coisa muito importante. A andar! Foram dois, três passos, num momento que me ficará gravado para sempre, não só pelo acontecimento em si, mas pela confiança que teve para os dar. Hip hip. Hurray!

O tempo




Com os avós em Barcelona, é difícil fazer seja o que for cá em casa. E como cortei a noite a meio para os levar até ao aeroporto, não saímos pela manhã. Aproveitei para fazer algumas arrumações, enquanto a pequena se entretinha com as novas tecnologias. Mas, se por um lado não a quero demasiado tempo absorvida por vídeos e botões, por outro, é uma forma de conseguir pelo menos fazer a cama ou vestir-me, já que rapidamente se desinteressa dos brinquedos para ir abrir gavetas ou portas e eu fico em constante sobressalto. 
Agora dorme a sesta, e reina o silêncio. Mais logo encontramo-nos os três, eu, ela e o pai, para um passeio de fim de tarde. Para o trabalho hei-de arranjar tempo. Quando se está feliz, arranja-se sempre tempo.