Mostrar mensagens com a etiqueta Baby love. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Baby love. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Bárbara e os "vivos"

O "vivo" do "Mémée".

Tenho reparado no gosto que a Bárbara tem nos seus livros. Livros pequenos, simples, à sua medida, mas os primeiros de uma biblioteca que lhe quero dar, construir, para que ela possa mais tarde completar ao seu gosto. Por agora dou-lhe o melhor que conheço, esperando que ela tenha o mesmo conforto e gozo em folheá-los, como eu tinha em pequena. E por isso, num desejo um bocado egocêntrico de a ver parecida comigo, fico deliciada quando percebo que não são os brinquedos que ela tem espalhado no chão da sala, mas sim, os seus livros.
A Bárbara dorme com o livro, leva-o para o infantário. Isso deve querer dizer alguma coisa. O pai psicólogo, diz que é o objecto contra-fóbico, eu chamo-lhe o tal objecto de transição, vai dar ao mesmo. Claro que também me enternece quando vou acordá-la de manhã e ela está agarrada ao Ursinho. Acho que tudo é delicioso, quando agarrado por mãos pequeninas. Sobretudo, quando essas mãos pequeninas e delicadas, são as da minha filha.

sábado, 10 de novembro de 2012

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

As aventuras da B.


Este vídeo tem alguns meses e hesitei bastante em publicá-lo. Mas é irresistível. Não me canso de o ver e rio-me sempre, sempre tanto. Entretanto a B. já desce da cadeira quase de olhos fechados, e vai onde quer, pelo seu próprio pé. E já diz tantas coisas. E isto em dois meses.
Anyway, vai ser tão giro, um dia mostrar-lhe isto. Que fofinha, god... :-)



quarta-feira, 10 de outubro de 2012

A criação da Cuquinha


"Pede-se a uma criança: desenha uma flor. Dá-se-lhe papel e lápis. A criança vai sentar-se no outro canto da sala onde não há mais ninguém. Passado algum tempo, o papel está cheio de linhas. Uma numa direcção; outras noutra; umas mais carregadas, outras mais leves; umas mais fáceis; outras mais custosas; outras não tão delicadas que apenas o peso do lápis já era demais. Depois, a criança vem mostrar essas linhas às pessoas: uma flor! As pessoas não acham estas linhas parecidas com as de uma flor! Contudo, a palavra flor andou por dentro da criança, da cabeça para o coração e do coração para a cabeça à procura das linhas com que se faz uma flor. E a criança fez no papel algumas dessas linhas, ou outras talvez as tivesse posto fora dos seus lugares, mas são aquelas as linhas com que Deus fez uma flor!"

Almada Negreiros

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Dramas

Eu não me considero uma daquelas mães chorosas e preocupadíssimas com as suas crias. Sou atenta, sou cuidadosa, há coisas que me fazem espécie, mas há outras com as quais convivo de forma saudável. Já não me assusto com uma febre, consigo gerir bem a coisa com benurons e miminhos. Nem tenho medo de perguntar, seja a amigos, conhecidos, pediatra ou saúde 24.
Também tenho noção de que a Bárbara, tal como as outras crianças, passa e continuará a passar por várias fases. Como disse no outro dia, agora estamos na fase do terror do banho. Se não toma de uma maneira, toma de outra, é pacífico.
O problema é que também andamos na fase do terror de medir a temperatura, seja no rabinho, seja debaixo do braço, no terror de meter um supositório, gotas nos olhos, soro no nariz, and so on, and so on.
Ora, como também já disse, a Bárbara veio doente das férias. Então imaginem a seguinte cena dos infernos, antes de dormir. Dispo-a, risinhos, beijinhos e canções, tiro a fralda, lá se vira toda atrás de um toalhete, pijama, chupeta, tudo o que esteja ao alcance. Mal vê o termómetro, começa a torcer-se toda e se lhe prendo as pernitas é que está o caldo entornado. Ok, pronto, pronto, vamos cá tentar debaixo do braço, la, la, la, vem ao colinho da mamã, la la la, pronto, caldo entornado. É um berreiro, e a porcaria do termómetro que nunca mais apita. Lá se digna, e se houver febre, pronto, está outra vez o caldo entornado. Benuron, la la la, olha que caixinha tão gira, deixa a mamã pôr o benuron, sim, pequenina? Não, ela não deixa. Chora como se não houvesse amanhã. Ponho a fralda, com ela aos prantos, colinho, colinho, beijinho, vês?, já passou. Passamos então à fase ainda mais terrível das terríveis. Soro fisiológico, ela acha um piadão ao frasquinho mas é para o meter na boca, agora nos olhos, vistezio. Mal lhe derramo uma gota, pronto. Caldo entornado. Depois as compressas, com ela já vermelha a sufocar. Pronto, passou passou. Pego nas gotas propriamente ditas, o colírio. Não adivinham? Pois, caldo entornado. Com aquele pranto todo, tenho sérias dúvidas que as gotas consigam entrar nos olhos para tratar a conjuntivite. 
Ora, esta cena passada uma, duas ou três vezes, aguenta-se. Mas já andamos nisto vai para três dias e hoje quem quase chorava era eu. Partiu-se-me o coração vê-la assim, cheia de sono, encolhidinha e quente, com lágrimas gordas a correr naquela cara linda. E é que nem vos conto as coisas terríveis que me passam pela cabeça. Parece que todo o meu sangue frio desaparece e já antecipo cenas catastróficas a meterem internamento. Bolas. Só penso, só peço para que nunca passe disto.
Depois de ter tratado dela, e sentir que a torturei, deitei-a na minha cama. Mal peguei na chupeta, abriu a boca sôfrega de conforto, pôs o braço dela por cima do meu pescoço, encostou a testa dela na minha, deu duas ou três chuchadelas mais fortes e adormeceu. Hoje fica lá, no nosso meio, a dormir protegida, pele com pele. E amanhã, se Deus quiser, há-de acordar melhor, a minha pequenina, meu amor, minha cuquinha.

terça-feira, 29 de maio de 2012

1!


Há um ano atrás nascia a minha filha e eu deixava de estar grávida dela.
De a sentir a partir do meio da manhã, a meio da tarde e início da noite, todos os dias desde que senti o primeiro pontapé.
E conheci-a. Mal lhe pousei os olhos senti um amor para sempre. Todos os dias, os muito bons, os bons, os menos bons e aqueles mesmo ruinzinhos, foram dias de amor. E eu já tenho tantas saudades. E eu que via mães apaixonadas e achava "oh, que exagero", vejo-me com um orgulho do tamanho do mundo a cada conquista, a cada novo esboço de palavra.
E hoje ela faz um ano. E eu já tenho tantas saudades.
Parabéns, minha laranjinha-tangerina-cuquinha-princesinha-bebéló. Que sejas muito feliz.
A mãe ama-te muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Mayday, mayday!

Hoje a noite foi para esquecer. E nem me apetece muito explicar porquê. Digamos que a coisa envolveu tapar a miúda de 10 em 10 minutos, dar mama duas ou três vezes no espaço de 5 horas e, achando que ela continuava com fome, ou insatisfeita, ou sei lá eu o quê, tentar enfiar-lhe um biberão, que ela se recusa terminantemente a beber. Por fim, a noite ainda ficou mais animada com eu e o pai a re-aterrarmos às 5 da manhã, e a jovem princesa a começar com uma tosse de cão que mete medo. What a huge shit!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Seis



Seis meses. Meio ano. Quase duzentos dias. Do mais puro, incondicional, terno e verdadeiro Amor.
Parabéns, minha pequenina.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Amo-te

Esta noite a Bárbara acordou às 4 da manhã. Sem fome, sem nenhuma exigência em particular. Mas palrava e palrava e eu resolvi lutar contra o sono e fui espreitá-la. Estava atravessada na cama, com os pés levantados e apoiados na beirinha, sem uma meia, e a morder o lençol. Tinha o pé gelado, e o lençol e a meia que tirou estavam todos babados. Mal me viu rasgou um sorriso tamanho, que tive que pegar nela e enchê-la de beijos. Levei-a para outro quarto, dei-lhe de mamar, e quando ficou satisfeita fez um jeitinho mesmo amoroso com os lábios, e depois fez-me caretas daquelas com bolhinhas de cuspe. Arqueou-se toda, olhou pela janela durante um ou dois minutos e depois, virou-se de novo para mim, riu-se e esfregou os olhos. Dei-lhe mais dois beijos bem dados naquelas bochechas de veludo, mudei-lhe a fralda, calcei-lhe meias secas e voltei a deitá-la. Olhou para mim, sorriu ainda outra vez, beijei-a outra vez (porque cada sorriso é um beijo) e abraçou-se ao coelhinho. Adormecemos as duas, cada uma em sua cama, ela sem chupeta, e eu com o pensamento de que não trocava isto por nada, mas mesmo nada deste mundo.

sábado, 8 de outubro de 2011

Saturday fever

É mesmo sábado hoje? Seriously? É que eu ainda não parei um segundo. Ok, fui tomar um café à praia. Mas a minha cabeça não parava, e às tantas agarrei num guardanapo e comecei a apontar tudo o que ainda queria fazer hoje. Está a ser mesmo difícil relaxar. Segunda-feira vou reiniciar o curso de Design e estou muito entusiasmada. Primeiro porque adooooooro. Mesmo. E depois porque me sabe bem andar a pé pelo Porto, e como vou de comboio, em vez de apanhar o metro até à Trindade, prefiro subir os Aliados e sorver a cidade. A bebé fica com o pai, ou com a avó até eu chegar pela hora do almoço. 
Novidades. A manta é um sucesso. Dá para estender em cima da cama, no chão, deito-a de barriga para baixo e ela levanta a cabeça, rebola, ri-se, depois eu aproximo-me dela e lá vão cabelos e quase que me arranca o nariz, e só não é à dentada porque não há dentes. Os fantoches andam lá pelo meio, e dá para inventar umas coisas engraçadas, depois o pai junta-se à festa, e sai disparate na certa. Quem quase não se safa é ali a Dona Coelha.Coisas da vida.




sexta-feira, 7 de outubro de 2011

B de brincar

A minha little B. não pára de crescer, e espertalhaça como está precisa de cada vez mais estímulos quando está a brincar. Já não lhe chegam os penduricalhos da espreguiçadeira, o coelhinho branco tem mais serventia à noite, porque ela gosta de se agarrar a ele para dormir, e o tapete de actividades que tem um espelho e uma roca está sempre a ser conspurcado pelas senhoras gatas cá da casa, que adoram fazer daquilo um lugar para repousar.
Recorri ao simpático Ikea para comprar algumas coisas que eu espero que sirvam para termos umas horas bem passadas. Há que puxar um bocado pela cabeça e tentar ser mais criativa nas brincadeiras em vez de gastar balúrdios em brinquedos xpto, para depois eles preferirem brincar com a caneta e com o porta-chaves.
Vai daí, e em vez de um tapete de actividades, com cores e sons que lá havia e que constatei que afinal tinha só um guincho que saía do nariz dum animal qualquer, comprei esta manta para espalhar brinquedos interactivos e para a piquena se espraiar, rebolar e para eu lhe fazer umas belas de umas cócegas, deitar-me com ela a contar histórias, e por aí fora. Tem uns bonecos muito giros, nada cheesy, as cores são uma delícia, e além disso tem duas faces.



Como ela ainda não tinha um mobile, resolvi comprar-lhe este, achei-o uma ternura. Não tem mariquices nenhumas, mas ela adorou, sobretudo a flor do meio.



Por fim, e porque gosto muito de conversar com ela (e ela comigo), adoro contar-lhe historinhas, algumas sem nexo nenhum, mas who cares?, e ela ri-se imenso com as nossas caretas, responde muito bem, com gritinhos, e outros sons cada vez mais diversificados, trouxe estes fantoches de animais da selva. Dá para ilustrar algumas histórias, inventar tantas outras e é giro ver ela a pegar-me no dedo e tentar comer o tubarão. É cá uma valentona!


Qualquer dia compro-lhe mais um set de fantoches, se sobreviverem uns anos, ela mais tarde vai poder criar as suas próprias fantasias. 
Penso que o importante, mais do que a quantidade ou qualidade dos brinquedos, é ter disponibilidade para as nossas crianças. Muitas vezes temos que dividir o tempo entre mil e uma coisas, mas acho que se o tempo que passarmos com elas for de qualidade, de certeza que vão crescer felizes.
E é tão bom voltar a brincar. E se for para levar com uma dúzia de sorrisos "daqueles", ainda vale mais a pena.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A felicidade é uma gota de orvalho numa pétala de flor

Levanto-me às oito da manhã mas não consigo tomar o pequeno-almoço antes das onze, tomo banhos de três minutos, tenho as costas feitas num oito. Os meus dias consistem em dar de mamar, mudar fralda, dar banho, brincar, adormecer e dar colinho, dar de mamar, mudar fralda, dar banho, brincar, adormecer e dar colinho, e enquanto ela dorme, tratar de assuntos vários ou tentar trabalhar, ou matar a fome ou a sede. 
Para onde vou, a B. vai comigo e se tiver que ir a cinco sítios, cinco vezes coloco o babycoque no carro, desmonto o chassis, monto o chassis e retiro o babycoque do carro. Já conheço todos os fraldários de todos os shoppings onde vou, e por vezes cheirei cocós muito malcheirosos (de outras crianças assim para o maiorzitas).
Levo-a ao bar da praia, ao restaurante, ao mecânico, a todo o lado.
Durmo pouco, como pouco, trato-me pouco e tenho dias em que nem me olho ao espelho.
Mas nunca, nunca, nunca fui tão feliz.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Sleepyhead

Nas feições, a minha filha é muito parecida com o pai. No que diz respeito à personalidade, ainda não conseguimos perceber, ainda, todos os seus traços. Mas há duas coisas que a fazem ficar muito rabujenta, tal e qual como eu fico: sono e fome. A fome é fácil de resolver e nem é preciso dizer como fazer. Com o sono, a conversa é outra. Se de noite, a coisa corre muito bem, durante o dia é uma luta para pôr esta rapariga a dormir. Esfrega os olhos, rabuja, não pára quieta. Mas se a deito, ui ui. É um berreiro que só visto. Ou ouvido.
Hoje aconteceu isso e ela chorou da maneira que mais me custa vê-la chorar. Sustém a respiração e depois manda um grito monumental. Até ficou com os lábios roxos e eu, sem pinta de sangue. Valeram-me as gotinhas milagrosas de Aero-Om na chupeta e ela lá foi acalmando. Depois deitei-me ao pé dela e agarrou-me logo o braço com as duas mãozitas, até adormecer, como quem diz "daqui não sais". 
De modos que é isto. Este serzinho fantástico precisa de mim. De uma forma tão adorável e genuína, tão humana e sincera. E eu gosto. Gostar é pouco. Adoro.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

All you need is love


Uma das coisas mais fantásticas de ser mãe, é que todos os dias há uma coisa nova. 
Quando a Babá nasceu, abriu logo um olhão grande, e no segundo dia sorriu. Eu nem podia acreditar. E mesmo sabendo que não era para ninguém aquele sorriso, que era apenas um reflexo, foi um momento enternecedor. A partir daí ela sorriu sempre, sorria a dormir, sorria a mamar, sorria porque sorria. Até ao dia em que sorriu directamente para mim, para o pai, depois para os avós, tios, e agora sorri basicamente para toda a gente que a mime.
É uma criança tranquila. Serena. Atrevo-me a dizer que é feliz.
Se chora? Chora. Quanto tem fome, ninguém a cala. Às vezes ela avisa antes, com uns pequenos esgares entre os tais sorrisos, como quem diz "não te abispes não, que eu armo já o barraco", outras vezes é uma espécie de tempestade de granizo, aparece de repente, ninguém sabe de onde veio.
Quando chega a hora de dormir é a mesma coisa. E nisto, ela parece um relógio. Sempre à mesma hora, e se não estiver já deitada, dá sinal, e só se cala quando a deitamos na alcofa e a aconchegamos. Nesta altura ela já adormece sozinha, coisa que me deixa cheia de orgulho. Isso e o facto de ela já dormir oito horas seguidas. Claro que, deitando-se às nove e meia ou dez horas, está acordada às seis. Mas depois de mamar ainda dorme mais umas horas. Ela e eu!
Acorda a fazer pequenos sons, risinhos e gritinhos fabulosos, cheia de energia, e é assim que passa o dia. 
Entretém-se muito em frente à televisão, muito atenta aos sons, às cores, às vozes, entre sestas e "conversinhas" com as pessoas cá de casa.
E todos os dias desenvolvemos as nossas rotinas, fortalecemos a nossa relação, aumentamos a nossa cumplicidade, reafirmamos o nosso amor. É que entre mãe e filha há muita magia. Dou-lhe beijinhos repenicados no pescoço e ela dá-me o maior dos sorrisos. Dou-lhe beijinhos nos pés e ela solta uma pequenina gargalhada. Eu não podia pedir mais. Tenho uma filha encantadora, linda, terna, de bem com a vida, e feliz. Atrevo-me a dizer, muito feliz.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

2

Dois meses. Nem sei se passaram depressa, se passaram devagar. 
Sinto que tudo tem sido natural, não quer dizer que de vez em quando não me sinta mesmo muito cansada, ou que sinta alguma insegurança. Mas também faço o possível para contrariar a minha tendência natural de achar que tudo tem que ser muito difícil para ser válido. E orgulho-me de dizer que estou a dar bem conta do recado. Uns dias correm melhor, sobretudo quando a pequena Babá está bem disposta e a distribuir sorrisos de derreter um iceberg, ou quando dorme bem. Nos dias piores, aqueles em que há cólicas ou cansaço, há que manter a calma e dar muito colinho. Tudo se resolve. 
No meio de tanta preparação durante a gravidez, nunca tinha pensado em todas as mudanças que ia ver na bebé. É maravilhoso vê-la crescer assim, todos os dias um sorriso mais alargado, um gritinho, um som diferente. Já conversamos muito, já somos cúmplices e eu sinto-me a pessoa mais importante do mundo.
Nestes dois meses de ser mãe, tenho até conhecido coisas sobre mim que não sabia que tinha. Uma força enorme, e às vezes, bastante serenidade. Uma sensação de que tudo tem o seu tempo, o seu lugar. Um amor incondicional e grande, muito grande. 
Sou a mãe mais feliz do mundo. Parabéns pelos teus dois meses, minha pequena e doce, doce Bárbara.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Ups

Só para avisar que ainda não é desta que vos vou "falar".
Mal comecei a escrever, a pipoca começou a chorar. 
Gotta go. So looooong!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Estou feita


"Oh madrinha, ela é tão linda. Isso agora é muito giro, mas quando ela crescer vais ter muitos problemas..."

sexta-feira, 15 de julho de 2011

A pacificadora


Quando a Babá chora, a primeira coisa que faço é olhar para o relógio e pensar "Fome?". Se a resposta fôr negativa, vêm as hipóteses seguintes, fralda, cólicas, frio, calor, e por aí fora. 
E o que acontece quinhentas vezes é que, depois de andar a fazer "trinta por uma linha", dou-lhe a chucha e é o silêncio absoluto.
Duh!